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Feliz Dia dos Mortos

Sábado, 2 de novembro, Dia de Finados, Dia dos Fiéis Defuntos, feriado para os trabalhadores descansarem e refletirem, ou não, sobre a perda dos entes queridos, sobre a jornada daqueles que se foram, dia de visitar os sepulcros daqueles que partiram para outro plano espiritual. E a ideia, hoje, é recomendar algumas obras que versam sobre a morte. Vamos a elas: Continuar lendo Feliz Dia dos Mortos

The Fresh Prince of Bel-Air – Um Maluco no Pedaço

Uma das mais populares séries dos anos 1990, que impulsionou a carreira do já conhecido rapper norte-americano Will Smith como ator, The Fresh Prince of Bel-Air, conhecida no Brasil como Um Maluco no Pedaço, estreou na emissora norte-americana NBC no dia 10 de setembro de 1990 e teve seu encerramento no dia 27 de maio de 1996, totalizando seis temporadas e 148 episódios ao todo, se convertendo em um grande sucesso e um marco televisivo. A produção do seriado ficou a cargo do famoso produtor musical Quincy Jones, também responsável pela canção de abertura em parceria com o próprio Will Smith, que foi quem a interpretou, sendo creditado com o nome artístico: The Fresh Prince. O programa contou com diversas participações especiais e referências à cultura pop no decorrer dos anos de sua exibição.

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Vencedores do Emmy Awards 2019

Elenco e equipe criativa de Game of Thrones reunidos no palco para receber o prêmio de Melhor Série Dramática

Surpresa para quem esperava que Game of Thrones iria ser o campeão de estatuetas do Emmy Awards 2019, ainda mais considerando o encerramento da produção da HBO. Embora tenha levado um dos prêmios mais importantes da noite, de Melhor Série Dramática, coroando sua participação no evento pelo conjunto da obra, as grandes premiadas da 71ª edição do Emmy foram mesmo Chernobyl, também da HBO, e a britânica Fleabag, da BBC One. Continuar lendo Vencedores do Emmy Awards 2019

Personalidade: Batman

Conheci o Batman em um desenho animado bem antigo que passava no programa da apresentadora Mariane (uma pseudo-Xuxa) na CNT/Gazeta. Por volta dessa época, o SBT transmitia o clássico camp e multicolorido seriado de 1966, Batman, também conhecido por estas bandas como Batman e Robin. Eu sentava no sofá ao lado de minha irmã e de meu saudoso pai e me divertia assistindo àquela que era considerada uma paródia autorizada do personagem.

O tempo foi passando e eu fui conhecendo outras versões do Homem-Morcego. Quanto mais crescia, mais me apaixonava pelo personagem. Todo o teor sombrio de suas histórias (contrastante com aspecto cômico do seriado que me apresentou sua primeira faceta em live-action), seu psicológico atormentado, sua infância trágica e a vida dupla que levava (playboy excêntrico durante o dia, herói e justiceiro à noite) me fascinavam e eu me via mergulhando cada vez mais na caótica e decadente Gotham City – a cidade natal de Batman, que sempre exerceu em mim uma curiosa atração, bem como seus ilustres e peculiares moradores.

Como hoje é 21 de setembro e nesta data é celebrado o Dia do Batman, decidimos prestar nossa homenagem ao herói que completou nada menos do que 80 anos em 2019.

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The Goldbergs

Ambientada na década de 1980, a série de humor The Goldbergs, distribuída pela Sony Pictures, estreou na emissora de TV norte-americana ABC, no dia 24 de setembro de 2013 e conta a história real da família que intitula a série. O filho caçula do clã, Adam F. Goldberg, é o criador da sitcom, que retrata a sua juventude. As histórias são narradas pelo personagem já adulto, nos dias atuais, contando os detalhes de suas desventuras para os telespectadores. (ao estilo de outras séries, como Anos Incríveis e Todo Mundo Odeia o Chris). Porém, ao contrário da última citada – que conta com a voz de seu criador, Chris Rock, na narração – a voz que narra a série não é dele, mas, sim, do comediante Patton Oswalt.

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Chernobyl

Em 1986 ainda vivíamos em era de Guerra Fria. Já mais enfraquecida, é verdade. Porém, os dois grandes inimigos desse período ainda brigavam por protagonismo: Estados Unidos e União Soviética. O que me leva a pensar que vivemos mesmo em uma eterna dicotomia…

Uma das características do mundo, naquela época, e que causaria estranheza aos jovens de hoje, é o fato de que o que importava era manter a informação restrita. Quem mantivesse o segredo, portanto, era o vencedor. Talvez esse detalhe seja uma das justificativas para o encantamento que Chernobyl, minissérie da HBO, gerou. Continuar lendo Chernobyl