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O que One Direction nos trouxe de bom?

As Directioners foram pegas de surpresa nesta quarta-feira, 25 de março, quando Zayn Malik (acho que acertei o nome), integrante do One Direction, anunciou sua saída da boyband mais famosa da atualidade. Para quem não sabe o que é One Direction (nós mesmos não sabemos muito bem), eles são o equivalente aos Backstreet Boys, Take That, New Kids On The Block e Menudo da nova geração.

De repente, o twitter e o tumblr viraram os lugares mais depressivos da Terra. Os fãs viraram cosplayers de Marvin, o robô maníaco-depressivo de O Guia do Mochileiro das Galáxias.

É o começo dos Dias Escuros para as Directioners…

Enfim, passado o drama, eu (Andrizy) gostaria de dizer às fãs que me solidarizo (com as fãs sensatas, lógico). Já passei pelo que vocês estão passando agora quando a boyband britânica Five acabou. Isso lá pelo começo dos anos 2000. E, como forma de jogar mais sal na ferida, a banda lançou esse clipe para se despedir das fãs:

Ora, Sean… Seu carequinha tosco! A culpa foi toda sua!

Também gostaria de dizer que boybands acabam. Mais dia, menos dia. Até porque os integrantes não vão ser garotinhos para o resto da vida. E também não pega bem executar aquelas coreografias quando se atinge os 30 anos, certo? Boybands representam uma fase. E, como toda fase, uma hora ela termina.

Pode ser que algum integrante saia em carreira-solo e faça muito sucesso. É o caso de Robbie Williams do Take That e do Justin Timberlake do ‘N Sync. Aliás, Justin melhorou muito no pós-Boyband.

Na verdade, o One Direction não acabou. Eles pretendem continuar como um quarteto. Mas algumas fãs já estão se preparando para a possibilidade do 1D encerrar as atividades, afinal é o que geralmente acontece quando um membro sai do grupo…

De qualquer forma, decidi listar três coisas que o One Direction nos trouxe de bom.

Em primeiro lugar, este comentário:

Zayn

É necessário entender o contexto: as fãs subiram a tag #Cut4Zayn nas redes sociais. Estão cortando os pulsos e mandando as fotos para o Zayn via mention no twitter. Elas acreditam que, assim, ele irá repensar a decisão de abandonar o 1D.

Tem louco pra tudo.

Em segundo lugar, graças ao One Direction, conhecemos Nissim Ourfali:

Este menino super carismático e expressivo que gosta de Friends, Big Bang Theory, sertanejo, videogame e viaja para a Baleia (sic) com os pais.

E, por último, mas não menos importante, este vídeo maravilhoso:

Obrigada pelos fanmades, internet! E obrigada, One Direction. Sem vocês, essa pérola não teria sido realizada.

Aliás, aguardem que iremos postar mais fanmades aqui no Bloggallerya. Não tão incríveis como este do 1D cantando e dançando Olha a Onda, mas ainda assim bem legais 😉

Andrizy Bento
(Colaborou: Kaio Dantas)

Capital Inicial (1986) – Primeiro LP da banda brasiliense

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Muitas bandas do cenário do rock nacional oitentista lançaram seus lendários discos no ano de 1986. Daí o fato de ser um considerado emblemático para o BRock. E foi nesse ano histórico, que uma das bandas mais famosas de Brasília, o Capital Inicial, lançou seu primeiro disco que, anos mais tarde, virou um clássico, e tornou a banda, liderada por Dinho Ouro Preto, nacionalmente conhecida.

Após o compacto, Descendo o Rio Nilo, lançado em 1985, a banda entrou em estúdio no ano seguinte pra gravar seu primeiro LP, estreando com o pé direito. O disco homônimo trouxe sucessos como Fátima, Música Urbana, Veraneio Vascaína (essas 3 de autoria de Renato Russo ainda na época do Aborto Elétrico), Leve Desespero (faixa lado B de Descendo o Rio Nilo) e Psicopata.

Assim como o LP de muitas outras bandas daquela época, o primeiro disco do Capital não conseguiu passar ileso pela censura, recebendo o selo de não recomendado para menores de 18 anos e também com o aviso proibindo a execução pública e radiodifusão da música Veraneio Vascaína.

O álbum foi produzido pelo músico Bozzo Barretti, que também participou como tecladista do disco e, mais tarde, se tornou membro oficial da banda.

Este, até hoje, é um dos discos mais procurados da banda, um dos favoritos dos fãs, por conter músicas que marcaram época e se tornaram grandes hinos.


Adryz Herven

The Archie Show

Um desenho marcante, com muita música e aventuras. Assim era A Turma do Archie.

Com 17 episódios, a série animada – produzida pelo estúdio de animação Filmation, criada por John L. Goldwater, roteirizada por Bob Ogle, dirigida por Hal Sutherland e baseada nos quadrinhos da Archie Comics – estreou no dia 14 de setembro de 1968 na emissora norte-americana CBS.

O desenho animado contava o dia a dia da banda de garagem The Archies. Seus integrantes moravam em um bairro residencial e faziam coisas comuns dos adolescentes da década de 1960. O grupo tocava o pop rock que estava na moda. Além do líder e guitarrista Archie, a banda contava também com seus amigos Reggie (baixo), Jughead (bateria), Betty (tamborim, percussão e guitarra) e Veronica (órgão e teclado) na formação. E não  podemos esquecer do cachorro Hot Dog, o mascote do grupo.

Mais tarde, a famosa bruxinha adolescente Sabrina passou a participar de alguns episódios do desenho. Outro grupo de personagens que deu as caras em The Archie Show, mais para o final da série, foi os Monstros Camaradas (lembrando que tanto Sabrina, a Bruxa Adolescente como Monstros Camaradas ganharam série própria de desenho animado no início dos anos 1970).

O compositor norte-americano Don Kirshner teve a idéia de levar os personagens para a televisão com o objetivo de criar a primeira banda virtual da história dos desenhos animados e executar várias canções nos episódios. É o caso do clássico Sugar Sugar escrita por Jeff Barry e Andy Kim que assinaram todas as músicas do desenho (lembrando que Barry também produziu as canções).

Sugar Sugar se tornou um hit de sucesso e chegou a alcançar o primeiro lugar da UK Singles Chart em 1969, permanecendo por oito semanas no topo.

O próprio Don Kirshner foi quem contratou os músicos para a dublagem musical do desenho. Ron Dante (líder da banda Cugg Link), era o responsável pelo vocal masculino dos Archies. Quanto aos duetos femininos, eles eram cantados por Toni Wine, que depois foi substituída por Donna Marie em 1970 e, posteriormente, por Merle Miller nas gravações finais. Outros músicos contribuíram para o vocal de apoio como Jeff Barry, Andy Kim, Susan Morse, Joey Levine, Maeretha Stewart, Ellie Greenwich, Bobby Bloom e Leslie Miller com a contribuição de Barry para a voz de baixo (dublando Jughead no desenho).

Quanto aos instrumentistas: Hugh McCracken na guitarra, Chuck RaineyJoey Macho no baixo, Ron Frangipane nos teclados e Buddy Saltzman e Gary Chester na bateria.

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Esse conceito do The Archie Show, de bandas fictícias egressas de desenhos animados, influenciou alguns outros produtos nos anos 1960 e início dos 1970. A principal concorrente da produtora Filmation, a famosa Hanna-Barbera, desenvolveu algumas animações nesse estilo, nas quais as tramas também narravam as aventuras de bandas de rock fictícias. Entretanto, ao contrário dos The Archies, as aventuras dos personagens da Hanna-Barbera se tratavam quase sempre de investigar mistérios e, nas horas vagas, se apresentar com suas respectivas bandas. A banda virtual em si ficava em segundo plano, isto é, eram todos derivações de Scooby-Doo, mas com música.

Os desenhos Josie e as Gatinhas, Butch Cassidy (que levavam o nome das bandas no título), As Aventuras de Charlie Chan, (no qual os filhos mais velhos do detetive chinês tinham um grupo musical) e Tutubarão (aonde ele e seus amigos formavam o conjunto subaquático Os Netunos) são alguns exemplos de produções que beberam na fonte criativa de The Archie Show.

Fica a dúvida se a banda virtual de trip rock britânica, Gorillaz, criada no final da década de 1990 pelo líder do Blur, Damon Albarn, também foi influenciada pelos Archies…

No Brasil, a série animada foi exibida pela Rede Globo no início da década de 1970 até os anos 1980. A dublagem foi feita nos estúdios Herbert Richers.

Adryz Herven

Empire

Empire
O “imperador” com sua família

Uma coisa clássica na dramaturgia é a repetição. Da repetição nasce uma figura muito comum: o clichê. Eu, particularmente, não tenho problemas com eles, basta que sejam bem executados. Uma das derivações possíveis de um clichê são as tramas ou cenas inspiradas em alguma história de conhecimento público – aquelas que já são parte do imaginário popular.

Já fui espectadora de altos embates em redes sociais (leia-se: twitter) onde a revolta domina quando um autor de novela ousa se inspirar em alguma cena já vista em filmes ou séries estrangeiras.

Com essa ideia na cabeça, o que você acharia se uma série americana que tem tudo para ser o hit da temporada (números de audiência pra isso, tem) tivesse como plot principal toda a história da novela das nove da Rede Globo de televisão, cujo capítulo final foi exibido na última sexta-feira, 13? Queria entender por qual motivo não vi o mesmo barulho nas redes sociais…

Em Empire (sim, ela se chama Empire, custo a acreditar nisso). Nós temos um imperador do ramo musical, dono de uma gravadora. Lucious Lyon, vivido por Terrence Howard, é um ex-traficante de drogas que ficou rico por seus próprios méritos, destruindo quem aparecesse no caminho para atrapalhar seus ideias de prosperidade. O drama se concentra no universo do hip-hop e é produzida por Lee Daniels (diretor do filme Preciosa) e Danny Strong.

Se no Brasil o arquétipo da pessoa simples e humilde que vence na vida é representado pela figura do nordestino, lá nos Estados Unidos o imperador é negro, também tem três filhos (igual ao nosso) e, óbvio, tem um filho preferido e uma esposa que é sua imperatriz. Ah, antes que eu me esqueça, o imperador americano também namora uma menina bem mais jovem do que ele.

Existem diferenças. Sutis, mas existem. O imperador americano trabalha com música; ele vai morrer de ELA (a doença que ficou famosa devido ao desafio do gelo), bem diferente do nosso comendador; e a série da Fox tem uma pegada dramática, mas não de dramalhão como o produto global.

Longe de mim desmerecer o produto americano. A série é bem construída e tem ótimos ganchos. Mas eu queria ter visto a mesma gritaria dos fãs com os americanos que nos copiaram descaradamente.

Gaby Matos

12 Monkeys

Vejo séries há seculos e, de vez em quando, tenho receio de algum produto novo. Minha mente é invadida por inúmeras questões, por exemplo: eu tô tão sem tempo, não quero saber de pilotos. E ainda é remake de um filme? será que isso vai prestar?

Mas eu tenho um vicio (para o qual deveria existir grupo de apoio). VPA – Os Viciados em Pilotos Anônimos. O meu vício me levou a essa novidade. Trata-se do remake do filme de 1995, Os Doze Macacos, dirigido por Terry Gilliam. É mais uma historia de fim do mundo.

Encarei a season premiere com todos os receios possíveis, torcendo intimamente para ser ruim. Sabe como é, se fosse um horror eu ficaria aliviada e seria menos uma série pra encaixar na minha grade. Mas a viciada não teve sorte, afinal 12 Monkeys é muito boa.

Todos os clichês de produtos do gênero estão lá: o mundo vai acabar, só que, dessa vez, não se trata de uma hecatombe nuclear, mas de uma praga que irá, eventualmente, dizimar o mundo. A série da emissora Syfy narra a jornada de um viajante no tempo de um futuro pós-apocalíptico (personagem vivido por Aaron Stanford) cuja missão nos dias atuais é justamente localizar e erradicar a fonte dessa praga.

12 Monkeys possui todos os ingredientes que eu gosto: tem ação, uma teoria da conspiração, a história de uma profunda amizade… Tem até um possível ship (olhos de Gaby brilham) e um adendo técnico: Ela é dos mesmos produtores da ótima Nikita.

Eu sei que você tá sem tempo igual a mim, mas vá la encarar 12 Monkeys. Vale muito a pena.

Gaby Matos

Nas Prateleiras: Lançamentos em Blu-ray – Março (2015)

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Março traz mais novidades em Blu-ray do que fevereiro, contudo, isso não quer dizer muita coisa. O grande destaque da Universal é o elogiado Boyhood – Da Infância à Juventude de Richard Linklater; um dos filmes mais comentados do ano passado chega ao mercado de Blu-ray com formato de tela widescreen 1.85:1 e áudio e legendas em inglês, português e espanhol. A edição é simples, sem extras, e chega às lojas em 24 de março

A Disney, por sua vez, lança Operação Big Hero no dia 18. Com formato de tela widescreen 2.40:1 e áudio e legendas em inglês e português, o BD ainda conta com alguns extras interessantes, como minidocumentários sobre a produção, cenas inéditas com introduções dos diretores Don Hall e Chris Williams e teaser trailer do filme, além do curta de cinema O Banquete. A distribuidora também lança uma edição em 3D da animação incluindo O Banquete como único extra. Uma pena a Disney não lançar um combo 2D + 3D.

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Entre as novidades da Paris Filmes estão Jogos Vorazes – A Esperança Parte 1, terceiro capítulo da franquia distópica adaptada dos romances de Suzanne Collins, cujo lançamento está previsto para 11 de março; e Transcendence – A Revolução com Johnny Depp, mega bombardeado pela crítica e fracasso de bilheteria, que deve chegar às prateleiras das lojas no dia 18.

A Warner lança a quarta temporada da aclamada produção da HBO, Game of Thrones, em BD. Além disso, traz uma edição que inclui as quatro temporadas da série, ambas previstas para 12 de março. Também pela Warner sai uma edição especial do fantástico Gravidade de Alfonso Cuarón com data de entrega para 26 de março e Interestelar de Christopher Nolan no dia 31.

Andrizy Bento