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The Returned (US)

Dentre os dogmas do universo das séries, está o de que as produções europeias, geralmente inglesas, são de uma qualidade ímpar. Mais ou menos três temporadas atrás fomos arrebatados por uma dessas séries europeias e, de quebra, surpreendidos pela origem dela: França. Trata-se de Les Revenants. Outro dogma, talvez indelével, é que os remakes americanos dos produtos europeus são de uma qualidade inferior.

Então um grande susto tomou minha alma de seriadora:  como assim os americanos vão fazer um remake de Revenants? admito que eu tinha certeza que isso não daria certo. Mas, como vocês sabem, eu tenho uma obsessão por pilotos. Simplesmente não resisto. E assim fui encarar o piloto da A&E (canal que transmite Bates Motel) que conta com Carlton Cuse como produtor executivo, o mesmo cara que assinou a lendária Lost.

Estava cercada de dúvidas antes de conferir o piloto. Será que os americanos vão mudar tudo? estrutura, personagens…? E, para minha surpresa, mais de cabeça fria, vi que os pilotos, tanto da série francesa quanto da americana, são religiosamente iguais. Até mesmo nos erros. Saquei que isso foi feito de propósito.

Não sei se os americanos estão preparados para o ritmo mais lento característico dos programas da Europa. É um risco que  Cuse se mostra disposto a correr e espero que ele saia vitorioso nessa. E que o público americano compre essa história cercada de suspense, tensão e medo. Eu sei que as pessoas que viram a versão francesa vão dizer: Ah, Gaby! Pra que ver de novo algo tão similar ao original? Encare como aperitivo para a segunda temporada da francesa que já está em produção.

Gaby Matos

[Revisão] A Esperança – Parte 1

Atrasei a resenha de A Esperança – Parte 1 em alguns meses, é verdade.  Mas finalmente ei-la:

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Depois de ser resgatada da arena do Massacre Quaternário pelos rebeldes no final de Em Chamas, Katniss (Jennifer Lawrence) recebe de seu amigo Gale (Liam Hemsworth) a notícia de que o Distrito 12, onde residia, foi bombardeado. Os poucos sobreviventes, alguns deles resgatados pelo próprio Gale, encontraram refúgio no Distrito 13. Aliás, esta é a segunda notícia impactante que Katniss recebe: O Distrito 13 ainda existe; não foi dizimado durante a primeira rebelião como todos acreditavam. Contudo, ele permanece firme e forte apenas no subterrâneo, independente da Capital. A superfície ainda exibe os destroços do bombardeio, de modo a omitir sua existência.

O drama de Katniss – além do fato de ter consciência de que seu último ato na arena atiçou ainda mais a fúria do presidente Snow (Donald Sutherland), desencadeando uma verdadeira guerra – é que Peeta (Josh Hutcherson) não foi salvo, portanto está nas mãos do poder da Capital. A princípio não faz ideia se ele sobreviveu ou não. Mas quando finalmente tem a confirmação de que está vivo, teme por sua segurança e integridade. Para completar, os rebeldes do Distrito 13 estão organizando uma resistência e a querem como símbolo da revolução, o Tordo. A missão da Presidente do 13, Alma Coin (Julianne Moore), juntamente com Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman), é tentar convencê-la. Ela reluta a princípio, mas quando finalmente aceita, impõe algumas condições. Concessões são feitas em favor do Tordo. Agora o jogo não é mais o mesmo dos capítulos anteriores. É o início de uma guerra sangrenta em que vidas inocentes não serão poupadas. Katniss e os rebeldes almejam derrubar a Capital e destruir o império do presidente Snow que, por sua vez, não pretende medir esforços para contra-atacar.

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Peeta se torna um joguete nas mãos da Capital. Não muito diferente disso, Katniss também é vista como um instrumento que os revolucionários querem manipular, mas sua natureza impulsiva e rebelde a faz questionar as intenções de Coin por trás de tudo. Sendo a garota em chamas ou o tordo, ela se dá conta amargamente de que sua vida continua sendo usada em favor de um espetáculo, desta vez ainda mais dramático e sensacionalista, e tudo o que realmente quer é proteger sua família  e salvar o povo inocente das atrocidades do presidente de Panem.

Dividir um livro relativamente curto em dois filmes (uma tendência que vem imperando em Hollywood no que diz respeito às adaptações cinematográficas de sagas literárias YA) é uma sacada que apresenta apenas vantagens comerciais. Obviamente rende mais bilheteria e retorno para o estúdio. Em contrapartida, enfraquece a narrativa, diluindo o impacto que poderia causar no espectador se optassem por contar toda a história de A Esperança em apenas um filme, como deveria ser. De modo que este A Esperança – Parte 1 soa como um longo prólogo para o capítulo final. Há mais espaço para apresentar e desenvolver os novos personagens, é verdade. Além de tempo suficiente para se concentrar na preparação do tordo, na produção das vinhetas da rebelião que invadem a programação televisiva da Capital e no resgate dos reféns que estão sob o domínio de Snow. Mas não deixa de dar a impressão de que o longa fica pelo meio do caminho. Embora o desfecho tenha sido conduzido de maneira acertada e deixe o espectador salivando pelo próximo.

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Visualmente, o filme é digno de aplausos. Este terceiro capítulo da franquia cinematográfica baseada nos livros de Suzanne Collins, é mais bem-sucedido no retrato de um futuro pós-apocalíptico. Os tons cinzentos, a atmosfera sombria e melancólica contrastam totalmente com os matizes mais vivos dos filmes anteriores (que procuravam dar mais foco à representação de uma sociedade hedonista e alienada). Excelente composição cromática. Outro acerto está na violência gráfica e o impacto visual causados pelas sequências do bombardeio no Distrito 8 e os confrontos entre pacificadores e rebeldes. Bem hardcore para um filme destinado aos adolescentes.

Aliás, o que eu não me canso de dizer sobre esta franquia, seja na literatura ou no cinema, é o fato de ser um produto para as massas, mas que lança luz sobre questões pertinentes e de extrema relevância. Os jogos políticos, as consequências da guerra, o poder da mídia e da publicidade são muito bem representados.  A ação, desta vez, é mais lenta. Mas o contexto sócio-político compensa bastante. A narrativa se mantém inteligente e as reviravoltas do roteiro garantem bons momentos de tensão.

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O elenco continua sendo dos maiores trunfos da série. Todos os atores desempenham seus papéis de maneira convincente.  Julianne Moore, embora contida, é um ótimo acréscimo. Elizabeth Banks (que interpreta Effie Trinket) e Woody Harrelson (na pele de Haymitch Abernathy, um dos personagens mais carismáticos) ainda são responsáveis pelos momentos mais engraçados, leves e dão um toque maior de humanidade e realismo para a trama. Destaque também para o saudoso Philip Seymour Hoffman, mantendo o tom enigmático do episódio anterior, mas com intenções mais transparentes. Dispensável dizer que o trio de protagonistas continua funcional. Liam Hemsworth ainda precisa treinar melhor seus dotes dramáticos, mas fez seu dever de casa direitinho. Josh Hutcherson, embora tenha pouco tempo de tela, cumpre bem seu papel como de costume. Jennifer Lawrence, ótima atriz, acaba se excedendo em algumas passagens, pecando nas expressões faciais e na dramaticidade de sua personagem. Mas tem pelo menos um momento realmente belo, no qual entoa versos da canção The Hanging Tree, tão significativa para essa história.

É melhor do que o primeiro Jogos Vorazes (2012), mas fica longe da excelência do segundo capítulo, o Em Chamas (2013). De qualquer forma, é um entretenimento inteligente e que vale ser visto e revisto. Precisamos de mais sagas literárias e cinematográficas como esta dedicadas ao público adolescente. Não só pela abordagem inventiva de temas tão intrínsecos à própria realidade à nossa volta, como pelo tratamento de respeito ao espectador, jamais negligenciando ou ferindo a inteligência do público.

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E que venha A Esperança- Parte 2 que promete um desfecho surpreendente!

Andrizy Bento

True Detective – novidades sobre a 2ª temporada e cinco motivos para conferir a 1ª

Vince Vaughn será Frank Semyon na segunda temporada de True Detective
Vince Vaughn será Frank Semyon na segunda temporada de True Detective

Ontem a HBO lançou o primeiro teaser além de algumas fotos da segunda temporada de True Detective. Se vai ser tão boa quanto a primeira, não sabemos. Mas a prévia indica que irá manter o clima enigmático e a qualidade visual que a consagrou como um dos destaques do ano passado. Abaixo a sinopse e o teaser da segunda temporada. As informações são do site Comicbook.com

Na segunda temporada da série, um bizarro assassinato reúne três agentes da polícia e um criminoso. Cada um deles deve investigar uma rede de conspiração e traição nas paisagens arrasadas da Califórnia. Colin Farrell é Ray Velcoro, um detetive comprometido com a pequena cidade industrial de Vinci, no Condado de Los Angeles. Vince Vaughn interpreta Frank Semyon, um criminoso e empreendedor que corre perigo de perder todo o trabalho de uma vida, enquanto sua esposa e principal aliada (Kelly Reilly) lida com as próprias escolhas. Rachel McAdams é Ani Bezzerides, uma xerife do Condado de Ventura, constantemente em conflito com o sistema para o qual serve, enquanto Taylor Kitsch interpreta Paul Woodrugh, um veterano de guerra e policial da patrulha rodoviária da Califórnia, que descobre uma cena de crime desencadeando uma investigação que envolve três grupos de oficiais da lei, vários conluios criminosos e bilhões de dólares.

True Detective é escrita e criada por Nic Pizzolatto. Os dois primeiros de oito episódios da nova temporada foram dirigidos por Justin Lin. A estreia é em 21 de junho na HBO.

Abaixo o teaser da segunda temporada:

E o Bloggallerya decidiu listar cinco motivos para conferir a primeira temporada da série e compreender porque nós estamos tão animados e ansiosos para o retorno de True Detective:

1) A começar pela abertura maravilhosa. A HBO é a melhor quando se trata de aberturas e com essa não poderia ser diferente. O grafismo, a música, o clima que ela evoca de tensão e suspense, é tudo absolutamente perfeito. Clique aqui e confira.

2) Selo de qualidade HBO. Eu sou fã de várias produções da HBO e acho que ela é imbatível quando o assunto é qualidade visual e narrativa. True Detective não é exceção; super bem produzida, roteirizada e a fotografia é impressionante.

3) Matthew McConaughey e Woody Harrelson. Sou suspeita pra falar, porque adoro o Woody Harrelson. E quando o ator interpreta um de meus personagens favoritos de livros/HQ’s na adaptação cinematográfica, meu amor apenas cresce. Ele é o Haymitch de Jogos Vorazes, perfeito no papel. E em True Detective ele compõe um personagem tridimensional. Um profissional competente, mas um homem falho. Ainda que aparente ser o marido e o pai de família ideal, está muito longe disso. Embora procure se manter equilibrado, tem seus momentos de explosões emocionais. Bebe muito, trai a esposa, mas tenta manter o estilo de vida americano. Essa série é o atestado definitivo de que McConaughey é um grande e talentoso ator. Ele já vinha provando isso no cinema, mas o personagem dele na série é tão bem construído, com uma aura misteriosa, cético, desprovido de qualquer tipo de fé (não crê em Deus, nem no homem), não vê sentido na vida e é um detetive brilhante, que vive para o trabalho e praticamente não tem vida pessoal. Já teve, mas foi uma vida tão ferrada que acabou desistindo de tudo. Esta foi  uma chance excepcional de McConaughey mostrar sua versatilidade como ator. Ele ganhou o Oscar no ano passado por sua excelente atuação em Clube de Compras Dallas, mas ouso dizer que em True Detective esteve ainda mais brilhante.

4) O episódio 4. Especialmente o final. O plano-sequência, os movimentos de câmera maravilhosos, a presença de cena de McConaughey… Acho que é uma das melhores sequências que eu já vi em se tratando de televisão.

5) Ritmo e desenrolar. Pode ser lenta, mas não é cansativa, nem arrastada. Tem um motivo para seguir em um ritmo lento: a narrativa é minuciosa, detalhista, todas as pequenas coisas que formam o todo são necessárias para o desenrolar da trama. E é imperativo que o espectador se mantenha atento para não perder nenhum detalhe.

Resumo da ópera: série perfeita!

Quer saber mais? Confira as impressões de Gaby Matos sobre a primeira temporada da série clicando aqui.

Andrizy Bento

Agent Carter

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Antes o mundo nerd se dividia em Marvetes e DCnautas. Acredito que a Marvel domina os corações ultimamente devido ao excelente trabalho desenvolvido em diversas mídias, não se limitando mais apenas os quadrinhos que é seu lar de origem.

Parando para pensar, antes dessa onda de 50 Tons de Cinza, o ranking de bilheterias do cinema mundial era dominado por completo por filmes da Marvel. Capitão América, Thor, Homem de Ferro, Os Vingadores…. Especialmente este último.

Os filmes da Marvel tem um atrativo diferente. Além de contarem com personagens muito carismáticos e bem construídos pelo mago dos quadrinhos Stan Lee, as histórias têm uma forte mitologia que interliga todos estes personagens. Utilizando para isso a estratégia das famosas cenas escondidas nos créditos ou pistas e surpresas inseridas no meio da narrativa (chamadas de easter eggs) que indicam revelações do próximo lançamento do estúdio. Cenas que estão sempre lá à nossa espera, levando os fãs a querer ver tudo o que a Marvel produz para não correrem o risco de perder nenhuma novidade da franquia.

Além das cenas extras, temos também as inúmeras citações e alusões ao passado Marvel, por exemplo: Nick Fury conta a Tony Stark em Homem de Ferro 2 que seu pai, Howard Stark, foi o fundador da S.H.I.E.L.D, juntamente com Peggy Carter. Óbvio que essas informações têm um destinatário certo: os não-iniciados em quadrinhos, mas dá um encanto fenomenal aos filmes.

Recentemente a Marvel tenta abrir espaço em outra mídia importante e abrangente: a televisão que ainda é um terreno dominado pelo povo da DC Comics com sua parceira de longa data com a CW. Tendo como início dessa intervenção na TV a estreia de Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – trazendo como personagem principal o Agente Coulson que pensamos ter sido assassinado por Loki em Os Vingadores – série que teve um início irregular, mas agora está honrando a mitologia Marvel.

Na ultima midseason, a proposta da Marvel era a seguinte: contar como Peggy Carter fundou a S.H.I.E.L.D. Peggy nos foi apresentada no filme Capitão America: O Primeiro Vingador. Ela foi sua treinadora e seu primeiro amor, testemunha de seu desaparecimento e, eventualmente, ela estaria destruída pela perda de Steve Rogers. Então como assim ela funda a agência secreta mais importante da história dos quadrinhos? Mas nós, meros telespectadores, descobrimos que Peggy não é qualquer mulher. Ela é uma heroína do seu tempo e todos os episódios que compõem a primeira temporada de Agent Carter  nos mostram isso com maestria.

Agent Carter é uma minissérie em oito episódios que deu aos produtores e roteiristas a possibilidade de construir uma história enxuta, sem episódios fillers, que cansam o espectador. Os showrunners também tem um orçamento melhor para investir na qualidade dos episódios. Sempre achei 22 episódios, que é o padrão americano, uma coisa desproporcional.

A série tem uns clichês básicos, porém, necessários para o desenvolvimento da trama. Alguns podem achar que as questões feministas do enredo soam fora de época, coisa que eu não acredito. O preconceito em relação à mulher sempre esteve entre nós, só que ultimamente travestido de outra forma. Você pode pensar também que a Agent Carter não é tão legal porque nossa querida Peggy não tem “superpoderes”, mas, caros amigos, Peggy não precisa disso para ser especial; a luta de sua vida a transforma na mais digna das heroínas da televisão. E não vá pensando que por a história ter como personagem central uma mulher, o amor é ingrediente imperativo da série, pois não é. Peggy se dedica a destruir aqueles que atravessam o seu caminho, e seu coração  ainda tem um dono, o próprio Capitão América.

Eventualmente Peggy se casa e tem uma filha. Informação que nos foi dada por uma idosa Peggy em Capitão América – O Soldado Invernal. Mas existem inúmeras piadas soltas, inclusive feitas por Tony Stark a um enciumado Rogers que Peggy andou pela cama do Stark pai…

Agent Carter foi vendida como uma minissérie de 8 episódios, como mencionado anteriormente, e que funciona como prequel de MAoS. No entanto, tem fôlego para mais algumas temporadas e eu participo de qualquer campanha #SaveAgentCarter.

Gaby Matos

Nas Prateleiras: Lançamentos em Blu-ray – Abril (2015)

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Abril traz vários lançamentos interessantes e muito aguardados, abastecendo o mercado de Blu-ray que andou meio escasso de grandes surpresas durante os primeiros meses de 2015.

Um dos destaques é O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos, distribuído pela Warner. O capítulo que encerra a trilogia cinematográfica que resgata o inventivo universo de O Senhor dos Anéis, ganha uma edição em BD contendo dois discos e outra que inclui o filme nas versões 2D e 3D com quatro discos.

O BD vem com formato de tela widescreen 2.40:1, áudio e legendas em inglês, português e espanhol e é moderadamente recheado de extras, incluindo trailers, documentários e o videoclipe da canção The Last Goodbye.

Mas isso não é tudo. A Warner aproveita o embalo e lança a trilogia completa em Blu-ray com seis discos e outra edição com Blu-ray e Blu-ray em 3D que contém 12 discos. Os fãs da Terra Média terão que desembolsar uma grana e escolher a opção mais viável para se ter na estante. Todos estes lançamentos estão previstos para o próximo dia 8 de abril.

Outro lançamento em BD de destaque é Whiplash: Em Busca da Perfeição, um dos melhores filmes do ano, vencedor de três estatuetas do Oscar. A edição conta com formato de tela widescreen 2.40:1; áudio e legendas em português, inglês e espanhol; o curta-metragem original que deu origem ao longa (com comentário opcional); além de documentários incluindo Uma Noite no Festival Internacional de Cinema de Toronto com Miles Teller, J.K. Simmons e Damien Chazelle. O Blu-ray sai pela Sony com previsão de lançamento para 29 de abril.

Ainda não cansou? Pois tem mais…

Além de todas as edições mencionadas de O Hobbit, a Warner também promete para 22 de abril o argentino Relatos Selvagens, indicado ao Oscar de filme estrangeiro em 2015.

Dentre os lançamentos em Blu-ray da Universal estão Trash – A Esperança Vem do Lixo e a quinta temporada da cultuada série britânica produzida pela ITV, Downton Abbey, com três discos. Ambos com data de entrega para 14 de abril.

A Fox traz a primeira temporada da série The Strain com três discos e Êxodo: Deuses e Reis (que não empolgou muito) previstos para chegar às prateleiras das lojas em 15 de abril. A distribuidora também lança Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba no dia 29.

As novidades em Blu-ray da Paris incluem Um Santo Vizinho e o australiano The Rover: A Caçada com lançamento previsto para dia 15; e Grandes Olhos e A Família Belier no dia 29 de abril.

Homens, Mulheres e Filhos é o único destaque em BD da Paramount, com data de entrega para 14 de abril. Já a Disney lança a Edição Diamante de 101 Dalmatas no dia 15 e a Califórnia fecha o pacote com Os Mercenários 3 e A Bela e a Fera previstos para 22 de abril.

Boas compras de filmes 😉

Andrizy Bento