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Bons Filmes em Julho (2019)

Neste mês de julho, em que o Bloggallerya completa oito anos no ar, todos os olhos cinéfilos se voltam para dois lançamentos em especial: Homem-Aranha: Longe de Casa e O Rei Leão. O “amigão da vizinhança” retorna às telas após o emocionante Vingadores: Ultimato, cada vez mais ciente de que com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Já a versão supostamente live-action da clássica animação da Disney promete emocionar os mais nostálgicos e leva a assinatura de Jon Favreau na direção, o mesmo de Mogli – O Menino Lobo e do pioneiro do MCU, Homem de Ferro. Mas estes não são os únicos destaques cinematográficos deste mês especial. Se as datas de lançamento originais forem mantidas, teremos a oportunidade de ver Um Homem Fiel, dirigido e estrelado por Louis Garrel (rimou!), e o belo O Mistério do Gato Chinês nas telonas! Outra estreia que promete dar o que falar é Os Mortos Não Morrem do cult Jim Jarmusch que reúne um elenco estelar que vai desde Adam Driver até Iggy Pop, passando por Bill Murray, Tilda Swinton, Danny Glover, Steve Buscemi e até Tom Waits e Selena Gomez. Confira abaixo datas de estreia, pôsteres e sinopses dos filmes que entram em cartaz nos cinemas em julho. Lembrando que quaisquer alterações no calendário de lançamentos são de responsabilidade única e exclusiva das distribuidoras nacionais.

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The Real Thing (1989) – Faith No More

Data de lançamento: 20 de Junho de 1989
Duração: 54:58
Faixas: 11 faixas
Estilo: Funk Metal

Lado A
From Out of Nowhere
Epic
Falling to Pieces
Surprise! You’re Dead!
Zombie Eaters

Lado B:
The Real Thing
Underwater Love
The Morning After
Woodpecker From Mars

Produção: Matt Wallace
Gravadora: Slash Records

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Manda-Chuva

Em 27 de setembro de 1961, a ABC estreava mais uma das famosas produções de animação dos estúdios Hanna-Barbera. O clássico desenho Manda-Chuva (Top Cat no original). A série contou com trinta episódios no total, tendo seu encerramento no dia 18 de abril de 1962, tornando-se um dos personagens mais populares na história dos desenhos animados. Detalhe que Top Cat era exibido no horário nobre.

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Retrofilia: Superaventuras Marvel #37

Superaventuras-Marvel-37

E se a Fênix não tivesse morrido?

Essa pergunta era a chamada de capa da HQ Superaventuras Marvel, edição #37, publicada em julho de 1985 no Brasil.

Aproveitando que, neste mês, o longa que encerra a jornada dos X-Men na 20th Century Fox, centrado em umas das mais emblemáticas passagens dos heróis mutantes nos quadrinhos – o famoso arco A Saga da Fênix Negra – estreou nos cinemas de todo o país, o assunto da vez é uma aventura publicada na edição #27 de What If, lançada em julho de 1981. A HQ trazia histórias situadas em universos alternativos da Marvel, sendo apresentadas ao Brasil por meio da publicação intitulada Superaventuras Marvel. Velha conhecida do público que consumia quadrinhos pelos idos da década de 1980, a SM era um verdadeiro compilado de pérolas. Assim, quem curtia os heróis de Stan Lee, tinha de se contentar com o título que vinha com histórias clássicas mutiladas e que também foi a responsável por introduzir ao público heróis que não contavam com HQ própria em nosso país. Continuar lendo Retrofilia: Superaventuras Marvel #37

X-Men: Fênix Negra – A Saga dos Mutantes na Fox

“McAvoy ou Stewart? Essas linhas temporais são tão confusas” (Deadpool, 2016)

Desordem cronológica

Em uma das tiradas mais certeiras do primeiro filme do Deadpool, o carismático anti-herói alude à bagunçada cronologia da saga mutante nos cinemas. De maneira bem-humorada, é como se o próprio estúdio sintetizasse em uma linha de diálogo e admitisse seu maior problema com relação aos filmes dos X-Men, mas o tratasse como mero inconveniente ou impasse, não se preocupando em fazer nada de efetivo para consertar a falha. Justamente a linha cronológica da franquia é o que mais afeta seus longas, pois a Fox nunca olhou com mais cuidado e atenção para esse item de suma importância. O ápice dessa patacoada do estúdio é X-Men: Fênix Negra que estreou no último dia 6 de junho no Brasil. Essa é a deficiência mais visível do capítulo que encerra a saga de vinte anos e dez filmes da série X-Men na 20th Century Fox. Mas, infelizmente, está longe de ser a única. Continuar lendo X-Men: Fênix Negra – A Saga dos Mutantes na Fox

Game of Thrones – Últimas Palavras

Após oito temporadas, 73 episódios e 47 Emmys (que a tornaram a série recordista de estatuetas na premiação), Game of Thrones teve seu último episódio exibido em 19 de maio pela HBO. No entanto, o que prometia ser épico, conseguiu ser apenas frustrante. Em meio à fúria despejada pelos fãs nas redes sociais – ainda mais cáustica que o fogo expelido pelos dragões de Daenerys Targaryen em seus inimigos – até havia um ou outro espectador argumentando que a finale teve, sim, suas qualidades e que o saldo final não foi tão ruim – de um ponto de vista analítico, houve até quem defendesse e justificasse as decisões tomadas pelo roteiro. Contudo, não há quem considere o último episódio da série realmente satisfatório.

Satisfatório é diferente de “atender às expectativas dos fãs e entregar exatamente o que eles querem ver na tela”. Em suma, está longe de significar fanservice. Assim como decepcionante não quer, necessariamente, dizer ruim. No caso de GoT, no entanto, a finale conseguiu ser os dois. Ao invés de proporcionar aos espectadores as devidas resoluções de conflitos e encerramentos de arcos narrativos, o desfecho deixou ainda mais pontas soltas e perguntas sem respostas – resultado sistêmico de toda uma temporada deficiente. Aliás, convém salientar que, desde a quinta, a qualidade da produção vinha caindo drasticamente.

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