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[Televisão] Pretty Little Liars

O desaparecimento da líder de um grupo de cinco amigas populares na fictícia Rosewood é o ponto de partida de Pretty Little Liars. Mesmo um ano depois, o mistério ainda assombra a pequena cidade. Logo nos primeiros episódios descobrirmos se tratar não apenas de um desaparecimento, mas sim de um assassinato. Embora a lei diga o contrário, o crime parece estar muito longe da resolução e Aria, Hanna, Emily e Spencer sentem como se o fantasma de Alison estivesse sempre rondando por ali.

As amigas remanescentes se distanciam umas das outras logo após o misterioso ocorrido, mas uma série de estranhos eventos que passam a acontecer na cidade um ano após o desaparecimento de Ali, as reaproxima e o laço que as une parece mais forte do que nunca.

Aparentemente, a única saída das quatro amigas é permanecerem unidas, do contrário, as fragilidades particulares de cada uma, podem fazer com que elas sejam vencidas facilmente, não só pelos fantasmas do passado e a marca que o crime deixou na história delas e da cidade, como pela misteriosa criatura que se autodenomina “A” e que está sempre as observando onde quer que elas estejam, chantageando-as e mandando recadinhos irônicos e maldosos através de bilhetes e mensagens de texto.

O mote da série, a lenda urbana, faz com que esta funcione e desperte algum interesse. O mistério que cerca o assassinato e o clima de suspense quase constante no melhor estilo Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado, dão um diferencial à trama que, por se tratar de uma série protagonizada por personagens adolescentes, não escapa dos chavões narrativos e dos estereótipos tão comuns existentes em outras séries teen.

Outro trunfo de Pretty Little Liars  é mostrar que o relacionamento das amigas Ali, Aria, Emily, Hanna e Spencer nem sempre foi um mar de rosas. Ali não era apenas excessivamente admirada pelas demais, como também invejada e temida. Ela oprimia as amigas e ditava as regras do jogo, sempre com seu jeito atrevido, irreverente e sem medo de magoá-las com sua sinceridade. Fica evidente que as outras quatro só se tornaram amigas por causa de Ali, e esta costumava dizer que era ela quem as tinha feito, que certamente elas não seriam nada sem a sua abelha-rainha. Por isso suportavam a humilhação a que eram submetidas, como ser alvo de bullying por ser gordinha, que era o caso de Hanna, ou mesmo ser confundida por conta de sua orientação sexual, no caso de Emily. A única que realmente tinha coragem para iniciar embates com Ali era Spencer, contudo, não conseguia fugir das conseqüências que isso acarretava e isto mesmo depois da morte da amiga

Sabemos, portanto, que elas nunca foram lá muito boazinhas e que fizeram coisas que não deviam, e não apenas elas como outros habitantes da aparentemente pacata Rosewood que vão sendo revelados lá pelas tantas, como se todas as ligações levassem à Alison, ela soubesse demais e, por conta disso, tivesse sido morta.

Mas a riqueza do background, todo o mistério e os cliffhangers que contribuem para que a série se torne ‘viciante’, não são o suficiente para evitar que certas fraquezas sejam evidenciadas a partir da segunda temporada, quando muitas saídas não soam convincentes e as soluções (ou falta destas) são excessivamente forçadas. É incrível como tudo dá absolutamente errado e as garotas são extremamente azaradas, sempre perdendo provas e pistas importantes ou sendo pegas de surpresa indo pelo caminho errado, quando todas as evidências pareciam apontar exatamente para a resolução do enigma.

Além disso, os arcos dramáticos que envolvem as amigas, no que concerne à família e relacionamentos, muitas vezes se resumem a puro lenga-lenga. Um exemplo é a manjada relação proibida entre professor e aluna que parece três vezes mais conflituosa do que realmente deveria ser.

Espero realmente que encontrem uma justificativa plausível para o fato de A ser tão onipresente, onisciente e onipotente (ou talvez eu devesse colocar essas características no plural?). Não faz sentido a série ultrapassar três temporadas, pois corre o grande risco de se tornar cansativa, forçada ao extremo e perder o escopo.

Mas para quem gosta de tramas adolescentes que aliam mistério e suspense a dramas pessoais mal-resolvidos e conflitos internos, Pretty Little Liars é uma ótima alternativa. Uma mistura do já citado Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado com a série Desperate Housewives. Para o telespectador, fica como uma boa opção de entretenimento tentar encaixar as peças desse complicado quebra-cabeça.

Fonte da imagem: http://www.buddytv.com/

Andrizy Bento

[Cinema] A Árvore da Vida

A Árvore da Vida é uma experiência cinematográfica ímpar. Daqueles filmes que você tem que conferir no veículo ao qual ele foi destinado, o cinema. Na telinha, com certeza, perderá muito de sua força.

Carregado de um profundo lirismo, o novo longa de Terrence Malick é uma ode à vida e ao que ela tem de mais genuíno. Uma obra sobre a busca, a procura, o sentido da existência. É uma narrativa que versa sobre a vida e a morte, que traz e desperta reflexões e questionamentos de ordem religiosa, filosófica e moral, acerca da família, de nossos vínculos com esta e da própria condição humana. Um épico sobre o contundente relacionamento entre um pai e um filho.

Grande parte da força  do filme se concentra no poderoso elenco, sobretudo em Hunter McCracken que interpreta Jack quando garoto, o mais velho de três irmãos (personagem este, que aparece mais velho interpretado por Sean Penn). Outros destaques ficam por conta de Jessica Chastain e Brad Pitt, ótimos como a mãe dócil e o pai rígido, as figuras essenciais que ajudam a construir e moldar o caráter dos três filhos, cada um à sua maneira. É como se a mãe representasse o caminho da graça e o pai o caminho da natureza – caminhos estes que são citados logo no início do longa pela personagem de Chastain – Seriam esses caminhos opostos? O filme de Malick parece mostrar que um, na verdade, está intrinsecamente ligado ao outro.

Acompanhamos a origem, a evolução da vida e do universo, tanto com passagens que aludem ao Big Bang e imagens plasticamente impecáveis das geleiras, oceanos e dinossauros (em algum ponto, os fotogramas nos remetem inevitavelmente ao majestoso 2001: Uma Odisséia no Espaço de Stanley Kubrick, embora as propostas de ambos sejam distintas), como nas metáforas e simbolismos apresentadas ao longo da narrativa, e mesmo nos aspectos mais simples da vida representados na tela. Mallick vai de uma turnê por eventos de proporções colossais que o universo sofreu até um mergulho no mais extremo íntimo do ser humano. Vai do lado mais trivial da vida ao mais trágico, do universal ao individual, sempre transitando por eles de maneira singela. Dessa forma, acabamos forte e genuinamente conectados à história e aos seus personagens.

Malick é um diretor raro, que não se limita a contar uma historinha. Ele se permite ousar, mas de forma madura e sutil. Toda a emoção é transmitida através das belas e inspiradas imagens, não por meio de diálogos redundantes, passando longe de uma narrativa convencional. Malick é um cara que pensa e faz cinema. Aliás, cinema em sua melhor forma.

O longa é de extrema delicadeza, sofisticação e sensibilidade. A trilha sonora, a cargo do sensacional Alexandre Desplat, ajuda a compor com precisão a atmosfera proposta pelo diretor.

Tudo isso aliado à mais bela montagem, fotografia, direção de arte e edição de som fazem de A Árvore da Vida um filme único, sem dúvida, o filme mais bonito do ano.

Malick mais uma vez não decepciona e nos presenteia com uma obra inteligente, complexa, sublime e, acima de tudo, autoral, o que é difícil de se encontrar atualmente, principalmente em se tratando de uma proposta tão ambiciosa quanto a de A Árvore da Vida. Um filme cinco estrelas!

Adendo: Creio que interpretar o novo longa de Malick seja algo muito subjetivo. Que cada um compreende as metáforas e simbolismos de acordo com o grau de identificação e interação e “mergulho” na história. E já que eu citei Kubrick, sempre me lembro do que ele disse a respeito de 2001“Você está livre para especular como quiser sobre o sentido filosófico e alegórico do filme”.  Acho que é bem por aí com A Árvore da Vida.

Creio que chovi no molhado com esse adendo, mas tudo bem 😉

Andrizy Bento

[Cinema] Capitão América

Oba!  Chega de Harry Potter Finalmente meu primeiro post no novo blog. Espero que gostem. Começo então com Capitão América, e as opiniões minha, do Kaio e do Skywalker a respeito do filme. Por enquanto é isso e até mais ver!

Kevin: Confesso que eu demorei a me empolgar com esse filme. E quando o nome de Chris Evans foi anunciado, deixei escapar um sonoro: Xiiii! Tá que ele é o melhor em cena nos bobos e rasteiros filmes do Quarteto Fantástico, nos quais interpretou o Tocha Humana. Na verdade, ele era uma das poucas coisas que valiam a pena nos filmes do Quarteto. Mas eu simplesmente não conseguia visualizá-lo como Capitão América, não me parecia convincente. Então, eu vi o trailer. Minha opinião mudou e eu comecei a ficar empolgado. Passado o entusiasmo inicial, eu finalmente pude conferir o filme e posso dizer que é uma ótima surpresa. O Capitão América é um herói complicado de se agradar ao público. Ele parece um daqueles velhos heróis esquecidos no passado e que nos transmite um certo sentimento de nostalgia. Tido como “bom moço”, herói “correto”, que mantém vivos os “valores americanos” sem o cinismo de um Wolverine, por exemplo, que é rebelde e anti-herói e, dessa forma, conquista melhor a platéia. Ainda por cima, o velho Steve Rogers é uma bandeira norte-americana ambulante… Esse símbolo desperta controvérsias. Mas o novo filme baseado no herói é bom, não tem nada de épico, espetacular, nada disso. Capitão América é um filme que funciona bem e cumpre sua proposta. O visual que mescla o moderno e o retrô, o clima de Segunda Guerra e os efeitos são bem competentes. A história é bem sólida e Evans sabe passar ao público tanto o lado icônico, quanto o lado humano do personagem. Mas é isso, um filme divertido, bem feito, correto.

Na expectativa para Os Vingadores 😉

Kaio: Divertido é a melhor definição para o novo filme do Capitão América. Nada mais é do que um filme pipoca, uma aventura linear, um entretenimento leve, sem grande complexidade. Faltou um pouco mais de densidade ao personagem, mas isso não chega a comprometer o todo. Esse longa é bem o que se espera de um filme de super-herói, ainda mais um tão arriscado quanto o América, um poderoso símbolo dos Estados Unidos, glorioso e heróico (tudo aquilo que o mundo inteiro praticamente concorda que os EUA não é). O roteiro é bem coeso e bem desenvolvido, mas faltou um pouco mais de grandiosidade e ousadia, ainda mais em se tratando de um filme desse calibre e de um personagem tão emblemático quanto o Capitão América. Os realizadores apostaram mais no correto, investiram mais numa proposta que, ao que parece, tem sido constante em filmes do gênero. X-Men: First Class e Thor são outros exemplos disso. Filmes que divertem, com um clima de aventura dos quadrinhos, mas sem a força e o peso dos primeiros X-Men, do Homem-Aranha 2 ou, pra citar um da rival, Os Batman do Nolan. Ainda assim um filme que merece ser assistido. E, para quem ficou com um pé atrás de ver o Tocha Humana como Capitão América… bobagem! Melhor papel do Chris Evans em muito tempo… na verdade, melhor papel dele desde que começou a atuar.

Skywalker: Não conheço Capitão América, só ouvi falar. Nunca li, nunca vi desenho, não assisti aquele filme produzido há umas décadas que foi massacrado e fui ver esse só por ver mesmo, só porque estava com vontade de ir ao cinema e era uma das poucas opções em cartaz que se adequava ao meu horário. Bom filme de ação, boa aventura, mas não entendi muita coisa porque não conheço a mitologia do herói. Referências? Pfff… nem reparei que tinha. Os Vingadores? Né, legal… Eu gostei dos filmes do Homem de Ferro, gostei do Thor… Mas eu só conheço mesmo o Homem Aranha e o Batman. Desculpa, colegas! Chris Evans who?

Postado e revisado por: Kevin Kelissy

[Especial] Harry Potter – Parte 6

Nosso primeiro especial está quase chegando ao fim e, como não poderia deixar de ser, aí está a minha opinião a respeito do último filme da série Harry Potter.

Relíquias da Morte: Parte 2

A logo da Warner Bros. cede espaço para a imagem sombria de um castelo cercado por Dementadores, embalada por uma densa trilha sonora. Corta para Snape prostrado em uma das altas janelas do castelo observando os alunos marchando em direção à entrada de Hogwarts. As tonalidades vivas dos episódios anteriores dão lugar a matizes de cinza. A Escola de Magia não parece a mesma de outrora, mágica e imponente; parece amedrontadora, sob um regime rigoroso e fascista. A câmera volta a enquadrar Snape com uma expressão amarga em seu rosto. E foi o bastante para que meus olhos já se inundassem de lágrimas – esse foi o primeiro de vários momentos em que isso aconteceu durante a sessão.

A cena de abertura, extremamente melancólica, já dá uma prévia do que nos promete as quase duas horas de projeção – que passam voando. Sem delongas ou embromação, o clima caótico se instala em Hogwarts e assistimos ao majestoso castelo sendo destruído durante o confronto com os Comensais da Morte.

O diretor David Yates mantém a atmosfera de filme de ação e o nível de entretenimento com uma narrativa frenética e um clímax constante. O cineasta não hesita em mostrar violência, sangue, corpos de alunos, professores, entre outros, pelos corredores da escola, construindo seqüências que transmitem uma real sensação de perigo, luta e aflição ao espectador, contando com a poderosa partitura de Alexandre Desplat que jamais soa over com os temas compostos.

Nada de melodrama forçado e fundos musicais que apelam ao sentimentalismo exagerado nos momentos em que coadjuvantes importantes morrem. Com um tom acertado de tensão e tragédia, a câmera captura os corpos sem vida de alguns personagens que nos fizeram rir e chorar nos filmes anteriores. Estamos no meio de uma batalha, afinal. Não é possível que todos do lado do bem sobrevivam ao embate. Como diz Neville, pessoas morrem todos os dias, o importante é ter a certeza de que nenhuma dessas mortes foi em vão.

Houve um cuidado rigoroso com toda a parte técnica do filme. Basta reparar no dragão que guarda os cofres do Banco Gringotes e nas cenas mais intensas de ação como a batalha em Hogwarts, para se ter certeza de que estamos diante de uma obra cujo cada detalhe foi meticulosamente planejado.

A maquiagem continua exemplar, especialmente a dos duendes e de Voldemort, bem como os efeitos especiais, a ambientação, a cenografia e obviamente o cast que é onde a força dramática do longa reside.

Alan Rickman compõe com primazia o ambíguo Severus Snape, um personagem cheio de nuances, que transmite todas as suas emoções contraditórias ao público através apenas do olhar.

Minerva McGonagall, sempre muito bem representada pela experiente Maggie Smith, tem uma ótima presença de cena e maior destaque no longa como não tinha desde os primeiros filmes.

Matthew Lewis, o intérprete de Neville Longbottom, acerta no tom, tanto quando precisa executar a ingrata tarefa do alívio cômico em um filme de intensa carga dramática, como quando assume a postura do heróico grifinório, com uma participação efetiva e de grande e merecido destaque na história.

Daniel Radcliffe está, possivelmente, em seu melhor momento como o personagem-título. O teatro realmente fez muito bem ao ator que vem apresentado profundas melhorias em sua atuação desde A Ordem da Fênix.

E, claro, Ralph Fiennes mais uma vez dá um show à parte como Voldemort, numa perfomance sempre inspirada.

Aliás, como fã, é necessário abrir um parêntese e dizer que é ótimo ver que todos os nossos queridos personagens tiveram seu momento, por menor que tenha sido, não se restringiu a importância de nenhum deles na narrativa.

Mas como nem tudo que reluz aqui é ouro, algumas cenas deixam um pouco a desejar; o embate entre Bellatrix Lestrange e Molly Weasley é um tanto anticlimático, não tem o impacto que se esperava e chega quase próximo de decepcionar, não fosse o fato de o conjunto ser tão bom e praticamente irretocável.

Algumas piadinhas soam deslocadas como quando Minerva diz “sempre quis fazer esse feitiço”. Compreende-se que é uma cena que tenciona aliviar o clima denso, mas parece sem sentido e despropositada.

A seqüência que revela o quão importante a mãe de Harry foi para Snape e a origem e real natureza da ligação entre eles não foi tudo aquilo que eu esperava, admito, mas é funcional, mostrada em espécies de flashes e não de maneira contínua, um recurso que se mostrou bastante eficiente.

Várias cenas me fizeram chorar, como o tocante momento em que Snape diz a Harry: “Você tem os olhos de sua mãe”; bem como quando o herói se depara com seus pais, Sirius e Lupin sob formas espectrais.

Em termos de condução da narrativa e soluções cinematográficas, o filme está muito bem servido. O longa não sofre com a falta de ritmo ou equilíbrio entre as seqüências e a fluência da narrativa é extremamente eficaz.

Relíquias da Morte: Parte 2 é um filme brutal e sensível, intenso e delicado, dinâmico e melancólico, triste e emocionante.

Não é o melhor filme de Harry Potter. Este título ainda pertence a Ordem da Fênix. Mas é um final mais do que digno e competente e, se me permitem usar um clichê, fecha com chave de ouro o arco de histórias do bruxinho iniciado nos cinemas em 2001, e que vem encantando e levando espectadores de todas as idades às salas de projeção.

Ao final, a câmera opta por enquadrar os personagens com os quais muitos de nós crescemos e aprendemos a amar desde o primeiro livro ou o primeiro filme, agora adultos, pais de família, levando seus filhos para sua primeira viagem à Hogwarts. Impossível não se emocionar e não se lembrar da primeira vez em que parecemos pisar junto com Harry na estação de King’s Cross. Nada mais justo do que o derradeiro episódio se encerrar com esse plano dos personagens, visto que eles foram a alma da série e Harry Potter jamais foi uma história sobre magia e criaturas mitológicas. Foi, na verdade, uma história sobre Harry, Ron e Hermione.

E é com lágrimas nos olhos que assistimos da plataforma 9 e ¾  o Expresso Hogwarts partindo pela última vez, tendo a certeza de que Harry Potter cumpriu seu objetivo diante do público e concluiu de maneira triunfal sua jornada nas telonas, sempre tendo respeito e carinho pelos seus fãs, jamais subestimando a inteligência dos espectadores e nos emocionando até o último minuto, até a última vez em que vemos os créditos subirem na tela.

É triste ver os créditos subindo pela última vez. Mas, ao mesmo tempo, como disse o próprio Yates, Harry Potter acabou no momento certo e com um excelente desfecho. Mas que o bruxinho – que há muito deixou de ser só um bruxinho – vai deixar saudades, isso é inegável!

Fonte das imagens: UOL Cinema / Grandes Filmes / Projeto Cinema / SuperNovo.net

😉

Andrizy Bento