Arquivo da categoria: Televisão

The Newsroom

No mundo das séries existem alguns deuses. Esses deuses foram capazes de produzir obras que viraram ícones no meio. Joss Wheddon, J.J. Abrams e muitos outros.

Um desses deuses lançou o seu mais novo bebê, The Newsroom, que leva a assinatura de Aaron Sorkin, o gênio que produziu The West Wing e a esplendorosa Studio 60 que teve infelizmente uma única temporada (sim, a audiência americana é injusta).

The Newsroom tem como mote a redação de um jornal de TV a cabo americana. A serie tem como protagonista Will MacVoy, um âncora respeitado, mais famoso por puxar o saco de seus entrevistados. No episodio piloto, Will surta numa conferencia em uma universidade americana. Uma das alunas faz uma pergunta simples a Will. E ele, no alto de seu surto, faz um retrato real dos Estados Unidos. Óbvio que esse retrato é chocante. E causa um transtorno na seu emprego e com isso somos jogados ao turbilhão que sua vida se tornou.

Depois de cumprir uma suspensão, Will volta à sua redação e não encontra equipe, produtores. Ninguém quis ficar ao lado de Will que é o maior âncora da emissora. Para salvar a sua estrela, Charles Skinner, chefe do departamento de jornalismo do canal, traz de volta aquela que talvez seja a causa dos problemas de Will; sua ex-namorada Mackenzie Machale, produtora de gabarito, ela tem uma missão: salvar o News Night. Óbvio que Will pira com a possibilidade de trabalhar com Mac. Mas no dia de sua volta, eles são surpreendidos com o vazamento de petróleo no golfo do México. E Mac consegue produzir um jornal esplendoroso e convence momentaneamente Will a deixa-la como produtora.

A partir daí somos jogados num redemoinho de emoções de como um jornal é produzido. Claro que a produção é rodeada de clichês, e sabemos que metade das notícias não é produzida daquela forma. Mas ver o jornalismo com os olhos de Sorkin é uma delicia. Newsroom é uma comedia? Talvez. É um drama? Talvez. Duvido que alguém não se comova com a emoção dos jornalistas ao relatarem a morte de Bin Laden. Ou não morra de rir com as trapalhadas de Mac.

A summer season esta acabando; o mês mais amado pelos seriemaníacos chegou. Mas The Newsroom merece um pouco de atenção e, para completar, além do Sorkin , ela leva o selo HBO de qualidade (talvez falho em true blood). Mas um único erro deixa a HBO no lucro.

Beijos e ate a próxima.

Gaby Matos

Life on Mars – Descoberta durante um hiatus

Olá.

É engraçado, para mim, definir ou escrever algo sobre séries. As vejo há tanto tempo que nem sei precisar quanto. Será que a primeira foi Barrados no Baile ou Profissão Perigo? A verdade é que eu sempre as amei e na verdade não imaginaria minha vida sem elas.

Por causa dessa paixão que eu recebi o convite pra escrever nesse espaço. E espero que nos divirtamos bastante.

A paixão seriemaniaca pode ser dividida em pré-banda larga e pós-banda larga. O advento da internet rápida nos apresentou a um mundo perfeito que tornou possível o compartilhamento de arquivos. Os antes reféns da TV, agora tinham a sua disposição tudo o que o mundo seriemaniaco amava e tinha a oferecer. Episódios e mais episódios.

Nos familiarizamos com termos até então desconhecidos: temporada, audiência, demo, summer season e um dos mais temidos por qualquer seriemaniaco: o hiatus. E talvez o mais temido de todos, a sombra do cancelamento.

A verdade é que entra ano e sai ano e você sempre promete que, naquela temporada, não vai incluir nada no seu imenso menu de series. Mas a verdade (não conta pra ninguém, é um segredo só nosso): Eu não resisto a um bom piloto.

Não  vou fazer nenhuma lista de bons pilotos. Listas não agradam ninguém! Porque simplesmente não existe um lugar comum. Alguém sempre vai discordar.

Então, para inaugurar esse espaço, vou falar de uma experiência vivida  por mim há algum tempo.

Acreditem se quiser, eu, a seriadora inveterada e shippermaniaca, estava em crise. Vivíamos o tempo entre maio e setembro, quando as series americanas geralmente entram em hiatus (preparem-se que esse termo vai aparecer muito por aqui na coluna de séries). As series de verão não eram atrativas. Resumo da ópera: eu estava em desespero, não existia nada de bom pra ver.

Lendo o legendado da Claudia Croitor, encontrei a recomendação de uma serie da BBC, Life on Mars. A historia tem um dos plots mais incríveis de que já ouvi falar.

Um policial tem sua namorada sequestrada pelo seu pior inimigo. O bandido que ele perseguia na época. Voltando para a delegacia, ele sofre um acidente. E o gancho da  história surge. Sam, o policial, acorda em 1973. Ele esta morto ou está em coma? Será que ele conseguirá de alguma forma voltar para casa? Como um policial do século XXI vai se virar na Londres decadente dos anos 70? A serie é sensacional, além de contar com uma trilha fantástica. Rendeu até um spin off chamado Ashes to Ashes, esse passado nos anos 80. Além de um remake americano dispensável (como é de praxe).

Segundo consta, o ator inglês que viveu  o personagem principal da série não queria ficar eternamente estigmatizado como Sam Tyler de Life on Mars.

Com isso, tivemos apenas duas temporadas dessa serie incrível. Mas Life On Mars sempre estará no meu coração porque salvou o meu hiatus naquele ano e me apresentou às maravilhosas series da BBC.

Até a próxima.

Gaby Matos

 

 

 

Emmy 2012: Indicados

O Emmy Award é um das premiações mais importantes e das mais aguardadas especialmente pelos viciados em seriados. O Emmy premia os grandes destaques da televisão, sempre com foco no entretenimento. Como já era de se esperar, Mad Men é o que lidera com 17  indicações empatado com American Horror Story. O excelente drama britânico Downton Abbey, por sua vez, conquistou nada menos do que 16 indicações. Confira a lista dos indicados às principais categorias:

Melhor Série – Comédia
The Big Bang Theory
Curb Your Enthusiasm
Girls
Modern Family
30 Rock
Veep

Melhor Atriz – Comédia
Lena Dunham, Girls
Melissa McCarthy, Mike & Molly
Zooey Deschanel, New Girl
Edie Falco, Nurse Jackie
Amy Poehler, Parks and Recreation
Tina Fey, 30 Rock
Julia Louis-Dreyfus, Veep

Melhor Ator – Comédia
Jim Parsons, The Big Bang Theory
Larry David, Curb Your Enthusiasm
Don Cheadle, House of Lies
Louis C.K., Louie
Alec Baldwin, 30 Rock
Jon Cryer, Two and a Half Men

Melhor Atriz Coadjuvante – Comédia
Mayim Bialik, The Big Bang Theory
Kathryn Joosten, Desperate Housewives
Julie Bowen, Modern Family
Sofia Vergara, Modern Family
Merritt Wever, Nurse Jackie
Kristen Wiig, Saturday Night Live

Melhor Ator Coadjuvante – Comédia
Ed O’Neill, Modern Family
Jesse Tyler Ferguson, Modern Family
Ty Burrell, Modern Family
Eric Stonestreet, Modern Family
Max Greenfield, New Girl
Bill Hader, Saturday Night Live

Melhor Atriz Convidada – Comédia
Dot-Marie Jones, Glee
Maya Rudolph, Saturday Night Live
Melissa McCarthy, Saturday Night Live
Elizabeth Banks, 30 Rock
Margaret Cho, 30 Rock
Kathy Bates, Two and a Half Men

Melhor Ator Convidado – Comédia
Michael J. Fox, Curb Your Enthusiasm
Greg Kinnear, Modern Family
Bobby Cannavale, Nurse Jackie
Jimmy Fallon, Saturday Night Live
Will Arnett, 30 Rock
Jon Hamm, 30 Rock

Melhor Série – Drama
Boardwalk Empire
Breaking Bad
Downton Abbey
Game Of Thrones
Homeland
Mad Men

Melhor Atriz – Drama
Glenn Close, Damages
Michelle Dockery, Downton Abbey
Julianna Margulies, The Good Wife
Kathy Bates, Harry’s Law
Claire Danes, Homeland
Elisabeth Moss, Mad Men

Melhor Ator – Drama
Steve Buscemi, Boardwalk Empire
Bryan Cranston, Breaking Bad
Michael C. Hall, Dexter
Hugh Bonneville, Downton Abbey
Damian Lewis, Homeland
Jon Hamm, Mad Men

Melhor Atriz Coadjuvante – Drama
Anna Gunn, Breaking Bad
Maggie Smith, Downton Abbey
Joanne Froggatt, Downton Abbey
Archie Panjabi, The Good Wife
Christine Baranski, The Good Wife
Christina Hendricks, Mad Men

Melhor Ator Coadjuvante – Drama
Aaron Paul, Breaking Bad
Giancarlo Esposito, Breaking Bad
Brendan Coyle, Downton Abbey
Jim Carter, Downton Abbey
Peter Dinklage, Game of Thrones
Jared Harris, Mad Men

Melhor Minissérie ou Filme para TV
American Horror Story
Game Change
Hatfields & McCoys
Hemingway & Gellhorn
Luther
Sherlock: A Scandal In Belgravia (Masterpiece)

Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para TV
Connie Britton, American Horror Story
Julianne Moore, Game Change
Nicole Kidman, Hemingway & Gellhorn
Ashley Judd, Missing
Emma Thompson, The Song of Lunch (Masterpiece)

Melhor Ator em Minissérie ou Filme para TV
Woody Harrelson, Game Change
Kevin Costner, Hatfield & McCoys
Bill Paxton, Hatfield & McCoys
Clive Owen, Hemingway & Gellhorn
Idris Elba, Luther
Benedict Cumberbatch, Sherlock: A Scandal in Belgravia (Masterpiece)

Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Filme para TV
Frances Conroy, American Horror Story
Jessica Lange, American Horror Story
Sarah Paulson, Game Change
Mare Winningham, Hatfields & McCoys
Judy Davis, Page Eight (Masterpiece)

Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Filme para TV
Denis O’Hare, American Horror Story
Ed Harris, Game Change
Tom Berenger, Hatfields & McCoys
David Strathairn, Hemingway & Gellhorn
Martin Freeman, Sherlock: A Scandal in Belgravia (Masterpiece)

A entrega dos prêmios Emmy ocorrerá dia 23 de setembro e será transmitido pela emissora de televisão americana ABC

Andrizy Bento

American Horror Story

Terminei há poucas semanas de ver a primeira temporada de American Horror Story e ainda estou tentando entender todo o alarde, o sucesso, a repercussão em torno dessa série e a comoção que ela gerou. Apresentando uma fórmula mais do que saturada e se apoiando em diversos clichês narrativos e visuais, a série não passa de uma releitura sem qualquer inovação de filmes de terror trash dos anos 80. Com um enredo batido, tendo como problemática um drama familiar super comum e personagens estereotipados, os roteiristas deixam passar algumas boas sacadas e investem em saídas ora fáceis, ora forçadas e artificiais, jogando pela janela a oportunidade de construir uma interessante mitologia das criaturas que assombram a casa.

Pra completar, boa parte da primeira temporada é constituída de fillers, episódios totalmente desnecessários ao conjunto e que não fariam diferença no todo, salvo algumas seqüências. Para os fãs do gênero, o gore é decepcionante. E para quem curte um bom susto, American Horror Story está longe de oferecê-lo.

Alguns episódios chegam próximos de serem considerados interessantes e a série apresenta alguns quotes geniais. Contudo não é o suficiente para cativar a atenção de um público que espera mais do que conflitos adolescentes e dramas inerentes a divórcios e traições, tendo como plano de fundo uma residência macabra.

Os produtores perdem uma boa chance de reinventar o gênero e desenvolver melhor a ideia já quase esgotada da casa mal-assombrada, ingressando numa brincadeira assustadora que poderia funcionar com personagens mais atraentes e um enredo mais consistente e bem elaborado. Uma pena que não é o caso.

Andrizy Bento

The Muppets: Eles estão de volta!

Boa tarde!

Estamos de cara nova, novo post e nova colaboradora.

Em seu primeiro e descontraído post, Bianca Lumière apresenta e indica pra gente alguns vídeos deliciosos dos Muppets contando com a participação super especial de ilustres e históricas figuras da música.

Boa leitura!

The Muppets

Olá Galera!

Os famosos Muppets, criados por Jim Henson na década de 50, voltaram às telas do cinema, fazendo sucesso entre o público adulto e infantil.

Então nada melhor do que uma sacada nessa turma.

Bem, mas também não vou fazer análise crítica  ou  biográfica dessas figuras. Vamos mesmo é nos divertir com os melhores vídeos que eu separei especialmente pra vocês.

Ah, se você não é fã pelo menos divirta-se com esses bonequinhos fofinhos acompanhados de uma boa trilha sonora 😉

Quem sabe no final você não acaba se apaixonando também?

Você poderá conferir desde Miss Piggy fazendo um dueto com o lendário cantor e compositor Johnny Cash, até Elton John trajando fantasias carnavalescas ao apresentar o hit “Crocodile Rock”.

Clássicos que eu adorei. Curte aí !

 

 

 

Weezer, também não ficou de fora e gravou um videoclipe no set de filmagens do show de TV dos Muppets.

Saca só que incrível!

 

 

E, para fechar com chave de ouro, não deixe de assistir a uma memorável homenagem ao Queen feita pelos bonecos em um clipe cover de “Bohemian Rhapsody”: Música incrível que eu piro. Queen é Queen e com a animação dos muppets então, roubou meu coração. Não posso esconder que foi meu vídeo favorito! Deliciem-se e principalmente curtam esse Rock ‘n’ Roll, baby 😉

 

 

Eu fico por aqui, espero que tenham curtido. Fiquem com o papai do céu meus queridos e beijos nessas bochechas!

Bianca Lumière

[Televisão] “A Christmas Carol” – Doctor Who

Doctor Who: Episódio Especial de Natal – 5ª Temporada

Eu nunca escrevi sobre Doctor Who aqui no blog (pretendo fazer isso em breve). Mas já que estamos próximos do Natal, decidi falar sobre esse episódio por aqui.

É incrível como esse especial de Doctor Who consegue ser duzentas vezes melhor do que aqueles filmes de natal com elementos sci-fi e de fantasia chinfrim que os estúdios insistem em lançar todo ano para depois serem reprisados a exaustão na Sessão da Tarde.

Para quem conhece a série, os elementos tradicionais da mitologia de Doctor Who estão todos lá. Viagens no tempo e espaço, universos paralelos, modificações na linha temporal, turnês por passagens memoráveis da história – com direito a esbarrões com figuras ilustres do passado (inclusive, Doctor fica noivo de Marilyn Monroe!).

O Doctor, sempre meio deslocado e perdido a princípio – mas cheio de boa vontade e dando a entender que sabe o que está fazendo, mesmo que não saiba –  faz com que as coisas mais confusas, embaraçosas e complicadas, pareçam tarefas e situações simples de lidar, que só requerem um pouco de tempo, imaginação e uma potente e esperta chave sônica para dar conta do recado.

E como é sempre dito ao longo da série, a vida pode ser reescrita. Dessa vez, Doctor se incumbe da tarefa de reconstruir a vida e reescrever as memórias de um homem poderoso, egoísta, insensível e mesquinho. E, como não poderia ser diferente, ele odeia o Natal. Doctor viaja até o seu passado, encontrando uma versão mais jovem daquele homem amargo, um garoto sensível de doze anos, e trata de lhe dar memórias felizes de Natais passados.

O objetivo principal é fazer com que o homem, que atende pelo nome de Kazran Sardick, use o poder que possui para salvar a vida de 4.003 habitantes do planeta Terra a bordo de uma nave em turbulência. Ele é, na verdade, o único que pode fazer iss,o por ter acesso a uma máquina controlada isomorficamente (ou seja, só ele consegue operá-la) que pode desativar uma nuvem que está gerando uma tempestade eletromagnética; e é exatamente isso que está interferindo no funcionamento da nave que pode cair a qualquer momento. A nuvem permanece o tempo todo sobre um planeta habitado por humanos, que é onde o amargo homem vive desde garoto e o cenário no qual se desenrola a trama desse episódio. Parece confuso e absurdo, mas até que é bastante plausível.

Dessa forma, Doctor tenta transformá-lo em um homem melhor para que ele perceba o quanto é importante fazer com que a nave pouse em segurança.

Seus habituais companheiros de viagens – Amy e Rory – portanto, cedem espaço a uma garota congelada, Abigail (interpretada por Katherine Jenkins), e a versão passada e ainda possuidora de um pouco de coração de Kazran, o homem do qual a história gira em torno (interpretado pelo Michael “Dumbledore” Gambon).

Claro que a inspiração maior para o episódio é o clássico natalino A Christmas Carol de Charles Dickens, com direito Doctor se passando pelo Fantasma do Natal Passado e Amy Pond se apresentando como o Fantasma do Natal Presente. Aquela história que estamos mais do que saturados de ler/ouvir/assistir desde crianças, em todos os especiais de Natal, e que já ganhou diversas releituras e adaptações ao longo dos anos – desde versões em desenhos animados até humorísticos da Rede Globo (!)

Mas em Doctor Who, a coisa é tão divertida, com um enredo sólido, funcional e tudo é tão bem arquitetado que é como se tratasse de uma história nova. Não se trata exatamente de reinventar uma trama mais do que clássica e conhecida. Mas do senso de diversão e de brincadeira aliados a uma narrativa edificante, nunca deixando de lado o espírito sci-fi da série, que acaba tornando mesmo os clichês, encantadores (e por clichês, leia-se a neve caindo no final do episódio depois de anos, a trágica história de amor e o próprio conto em si). Mesmo a vibe de feel good movie e o happy ending não tiram a graça do episódio que, como sempre, é divertido, criativo e até tocante.

O visual é um primor. A fotografia e os efeitos são tão bem trabalhados que fazem com que este episódio ganhe contornos e um tom acertado de fábula, além de um aspecto mais cinematográfico.

A ótima presença de cena e talento do ator Michael Gambon são apenas a cereja no topo do bolo de um dos episódios mais fantásticos de Doctor Who.

A Christmas Carol possui uma duração mais longa do que o usual da série, mas passa voando. Mal percebemos.

Se você vai ficar em casa no Natal e procura por uma boa alternativa para se assistir embaixo das cobertas ou naquelas sessões de filminhos e séries com os amigos e família, indico, ainda que você não seja um fã ou não conheça Doctor Who, dar uma chance a esse episódio. Provavelmente vai ser uma das coisas mais legais com o tema Natal que você viu nos últimos tempos. E periga até você começar o ano viciado em Doctor Who, baixando todas as temporadas da série 😉

Preview:

Fonte das imagens: http://uksriesdownload.blogspot.com /

 http://seriemserie.blogspot.com

A equipe do Bloggallerya deseja a todos um FELIZ NATAL!

Andrizy Bento