Arquivo da categoria: Revisitando

[Catálogo: Especial] Quero Ser John Malkovich

Dirigido por Spike Jonze (na época, já altamente conhecido por sua carreira como diretor de videoclipes), e roteirizado pelo genial – e então estreante na função – Charlie Kaufman, este é um caso raro de roteiro inteiramente original. É diferente de qualquer coisa que se tenha visto antes. Continuar lendo [Catálogo: Especial] Quero Ser John Malkovich

Tokusatsus!

Em um tarde do dia 22 de Fevereiro de 1988, estreavam duas séries japonesas que entrariam para a história da TV brasileira. Foi no programa infantil Clube da Criança apresentado por Angélica, na extinta TV Manchete, que a estreia de Jaspion Changeman marcaram o inicio da era Tokusatsu no Brasil.

Jaspion e Changeman - Quadrinhos
Capa do Gibi de Jaspion e Changeman

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Andy Panda

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Em 1939, com a queda da popularidade de Coelho Oswaldo (criação original de Walt Disney, da qual falarei em outro texto), o desenhista e animador, Walter Lantz, precisava de um novo personagem para estrelar suas animações, uma criação original. Certo dia, enquanto lia o jornal, Lantz viu a notícia sobre a chegada de um urso panda no zoológico de Chicago. E foi daí que surgiu a inspiração para criar o Andy Panda. Continuar lendo Andy Panda

X-Men: Deus Ama, o Homem Mata

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Fantástica história assinada por Chris Claremont e ilustrada por Brent Anderson que permanece, infelizmente, muito atual. Deus Ama, O Homem Mata narra o conflito entre o grupo de mutantes, X-Men, e o intolerante William Stryker, um pastor fundamentalista que inicia uma cruzada religiosa com a finalidade de exterminar os mutantes da Terra, afirmando que estes querem corromper a humanidade. Por não serem mencionados na bíblia, Stryker acredita que mutantes não são criaturas de Deus. Continuar lendo X-Men: Deus Ama, o Homem Mata

Lost – Oito anos desde a finale

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Há oito anos, chegava ao fim um ícone da televisão mundial. A preferência majoritária, talvez, seja Família Soprano e Six Feet Under, mas temos de admitir que a loucura por séries dominou o globo quando aquele avião caiu, lá no Havaí, e fomos alçados a um fenômeno. Nunca mais a experiência de se assistir séries foi a mesma. Brotaram fóruns na internet para discussão de episódios; mil teorias inundaram a internet em uma época em que o conceito de redes sociais engatinhava e ainda não existiam os smartphones; e, claro, milhares de centenas de espectadores que não estavam dispostos a esperar pelas legendas oficiais ocasionaram o surgimento de um grupo bem organizado de legenders para salvar nossas vidas. Continuar lendo Lost – Oito anos desde a finale