Arquivo da categoria: Revisitando

X-Men: Deus Ama, o Homem Mata

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Fantástica história assinada por Chris Claremont e ilustrada por Brent Anderson que permanece, infelizmente, muito atual. Deus Ama, O Homem Mata narra o conflito entre o grupo de mutantes, X-Men, e o intolerante William Stryker, um pastor fundamentalista que inicia uma cruzada religiosa com a finalidade de exterminar os mutantes da Terra, afirmando que estes querem corromper a humanidade. Por não serem mencionados na bíblia, Stryker acredita que mutantes não são criaturas de Deus. Continuar lendo X-Men: Deus Ama, o Homem Mata

Lost – Oito anos desde a finale

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Há oito anos, chegava ao fim um ícone da televisão mundial. A preferência majoritária, talvez, seja Família Soprano e Six Feet Under, mas temos de admitir que a loucura por séries dominou o globo quando aquele avião caiu, lá no Havaí, e fomos alçados a um fenômeno. Nunca mais a experiência de se assistir séries foi a mesma. Brotaram fóruns na internet para discussão de episódios; mil teorias inundaram a internet em uma época em que o conceito de redes sociais engatinhava e ainda não existiam os smartphones; e, claro, milhares de centenas de espectadores que não estavam dispostos a esperar pelas legendas oficiais ocasionaram o surgimento de um grupo bem organizado de legenders para salvar nossas vidas. Continuar lendo Lost – Oito anos desde a finale

Moving Pictures (1981) – Rush

Capa

Data de lançamento: 12 de Fevereiro de 1981
Duração: 40:04
Faixas: 7 faixas
Estilo: rock progressivo

Lado A:
Tom Sawyer
Red Barchetta
YYZ
Limelight

Lado B:
The Camera Eye
Witch Hunt (Part III of Fear)
Vital Signs

Produção: Terry Brown
Engenheiro de som: Paul Northfield
Capa: Hugh Syme
Gravadora: Mercury Records

Contracapa

Esse é o disco é o mais popular da trajetória do power-trio canadense formado por Geddy Lee (voz, baixo e teclado), Alex Lifeson (guitarra) e Neil Peart (bateria). Eles o conceberam no Le Studios, em Morin Heights, no estado de Quebec, no Canadá, com a produção de Terry Brown e do próprio Rush. A capa do disco traz a porta de entrada da Assembléia Legislativa de Ontário, estado canadense, e que é localizada no centro de sua capital, Toronto, cidade natal da banda. Para quem está se confundindo, a capital oficial do Canadá é Ottawa. Moving Pictures vendeu mais de 4 milhões de cópias somente nos Estados Unidos. Continuar lendo Moving Pictures (1981) – Rush

Genocyber

Genocyber

Se você se recorda da longínqua década de 1990, deve-se recordar também que  foi a gloriosa Rede Manchete a responsável pelo boom das animações japonesas que dominaram a telinha da TV naquela época. Sobre o caráter pioneiro e inovador da emissora dos Bloch, eu já falei em outra ocasião, mas é fato que a explosão dos mangás e animes foi apenas uma das diversas tendências inauguradas pelo canal.

E foi com esse espírito desbravador (e necessitando desesperadamente de algo que alavancasse o faturamento da emissora), que a Manchete colocou Cavaleiros do Zodíaco no ar, em 1º de setembro de 1994. Logo, as outras emissoras de televisão resolveram embarcar nessa. Especialmente o SBT com Dragon Ball, Guerreiras Mágicas de RayearthFly: O Pequeno Guerreiro dentre outros. Deu-se início a uma verdadeira febre e não demorou para que as bancas de jornais fossem tomadas por Mangás (os quadrinhos japoneses), surpreendendo uma galera que não sabia que estes deveriam ser lidos de trás para a frente; e as editoras brasileiras lançassem mais e mais publicações voltadas para esse mercado e seu público, com longas reportagens especiais e curiosidades acerca das produções japonesas – é o caso, por exemplo, da saudosa revista Herói.

Os responsáveis pelo departamento comercial e de programação da rede Manchete, viram nessa tendência que ela própria inaugurou, não apenas uma galinha dos ovos de ouro, mas um fôlego a mais que garantiria uma sobrevida ao canal que já enfrentava a sua pior crise financeira e se via, dia após dia, prestes a falir. Resolveram, portanto, investir nesse gênero e, além de comprarem os direitos de exibição de outros clássicos como Sailor Moon Shurato, começaram uma aliança inédita com uma distribuidora americana de animações japonesas para o mercado de home video, a U.S. Manga.

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Até aí uma sacada genial, certo? Mas o pessoal da Manchete não sabia muito bem que tipo de produto estava comprando. E isso, logo viria a trazer complicações e dor de cabeça para os profissionais do departamento de edição…

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