Arquivo da categoria: Revisitando

Just – Radiohead

Já faz um tempo que estamos discutindo a ideia de falarmos sobre videoclipes por aqui. Afinal, como bons filhos dos anos 1980, que cresceram durante a década de 1990, somos egressos da geração MTV Brasil clássica, antes desta sair das mãos do grupo Abril e virar aquela emissora abjeta atual (que se dedica, na maior parte do tempo, à transmissão de intragáveis reality shows). Já até flertamos com a ideia alguns anos atrás, com um post sobre o cultuado Tonight Tonight dos Smashing Pumpkins. Mas nunca fomos em frente. Então, nesse mês de aniversário do site, é chegada a hora.

Há um sem número de videoclipes históricos que marcaram nossas vidas e, uma vez que esse importante veículo de divulgação de hits musicais, inaugurado pelos Beatles na década de 1960, carece de mais extensa e profunda bibliografia (ainda há poucas referências sobre o assunto em termos de artigos e pesquisas acadêmicas e mesmo livros), decidimos catalogar, neste espaço, fichas técnicas, informações e curiosidades sobre clipes diversos. 

Um dos mais badalados dos anos 1990 e um dos mais misteriosos também, o videoclipe de Just do Radiohead ganhou o coração da divisão mais alternativa e “antenada” da geração MTV em seus tempos áureos, justamente quando as melancólicas bandas britânicas de rock começavam a despontar. Continuar lendo Just – Radiohead

Vivendo e Não Aprendendo (1986) – Ira!

Data de Lançamento: 25 de agosto de 1986
Duração: 48:00
Faixas: 10 faixas
Estilo: Pós-Punk, Rock Alternativo, Mod Revival
Produção: Pena Schimdt, Liminha, Vitor Farias, Paulo Junqueiro e Ira!
Gravadora: WEA

Lado A
Envelheço Na Cidade
Casa De Papel
Dias de Luta
Tanto Quanto Eu
Vitrine Viva

Lado B
Flores Em Você
Quinze Anos (Vivendo E Não Aprendendo)
Nas Ruas
Gritos Na Multidão
Pobre Paulista

Faixa bônus da edição Remasterizada de 2000
Não Pague Pra Ver (demo)
Flores em Você (demo)
Pobre Paulista (demo)
Nasci em 62 (demo)
Tanto Quanto Eu (demo)

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Doug

Eu parava tudo o que estava fazendo para sentar no sofá (ou no chão mesmo, sobre o tapete, o que era mais frequente) em frente à televisão para ver Doug. Fosse na Rede Cultura ou no SBT. Sempre me identifiquei com o personagem-título, com suas inseguranças, neuras, sonhos, imaginação fértil, a obsessão por histórias em quadrinhos e como curtia utilizar sua criatividade em projetos pessoais que significavam demais para ele.

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Legião Urbana (1985)

2 - capa do disco

Data de Lançamento: 2 de janeiro de 1985
Duração: 37:09
Faixas: 11 faixas
Estilo: Rock, Pós-Punk, Rock Alternativo, Punk Rock
Produção: José Emílio Rondeau
Gravadora: EMI – Odeon

Lado A
Será
A Dança
Petróleo do Futuro
Ainda É Cedo
Perdidos no Espaço
Geração Coca-Cola

Lado B
O Reggae
Baader-Meinhof Blues
Soldados
Teorema
Por Enquanto

Edição especial Legião Urbana 30 Anos CD 2
Geração Coca-Cola (demo 1983)
Ainda é cedo (demo 1983)
A Dança (demo 1983) – part Herbert Vianna
Química (Clip Pirata)
Perdidos no Espaço (Outtake
O Reggae (Outtake)
Renato Apresenta
Ainda é cedo (take 9)
Será (Outtake)
Chamadas de rádio
Petróleo do Futuro (demo BSB)
Ainda é cedo (demo BSB)
Teorema (demo BSB)
Aduuuuuuhhh!! (ao vivo)
Profecia de Renato
Por Enquanto (Outtake)
A Dança (remix Mario Caldato) part Herbert Vianna
O Reggae (remix Liminha) Continuar lendo Legião Urbana (1985)

Mais Filmes Ambientados na Década Perdida

Há algum tempo, meu colega, Windson Alves, escreveu um artigo aqui no site, elencando e comentando sete filmes ambientados na famosa década perdida, ou seja, os anos 1980. Aqui, lhes apresento a parte 2 do post, falando de mais cinco filmes que retratam a referida década e que vale muito a pena serem citados. Continuar lendo Mais Filmes Ambientados na Década Perdida

[O que rever na quarentena] Marvel’s The Avengers: Os Vingadores (2012)

Em comemoração aos oito anos desse grande evento!

“Havia uma ideia. Stark sabe disso. Chamada de Iniciativa Vingadores…”

Na cena pós-créditos do longa inaugural do MCU, Homem de Ferro, de 2008 – e que, na época, pouca gente viu, pois foi a própria Marvel que tornou tendência manter o espectador na poltrona da sala de cinema até o fim dos créditos – Nick Fury (Samul L. Jackson) surge diante de Tony Stark (Robert Downey Jr, no papel de sua vida) repreendendo o playboy, filantropo e gênio da tecnologia, por ter anunciado ao mundo, durante uma coletiva de imprensa, que era o Homem de Ferro. O diretor da SHIELD (Superintendência Humana de Intervenção, Espionagem, Logística e Dissuasão) ainda faz questão de salientar para Stark que ele não é o único e que outros vieram antes dele. O objetivo desse diálogo pouco amistoso é conscientizar Tony acerca da Iniciativa Vingadores.

O próprio Stark, posteriormente, dá as caras no, hoje praticamente esquecido (e renegado por seu próprio diretor), O Incrível Hulk de Louis Leterrier – também de 2008, e que trazia Edward Norton no papel do gigante esmeralda, ao invés de Mark Ruffallo – falando com o General Ross (William Hurt) sobre a tal iniciativa.

Após a inserção de alguns easter-eggs em Homem de Ferro 2 (2010) – com a exibição do escudo do Capitão América em uma passagem bem-humorada e o Mjölnir de Thor em sua cena pós-créditos – foi a vez destes heróis ganharem seus filmes solos de origem em 2011 e, assim, pavimentarem o caminho para tão aguardada reunião dos clássicos personagens da Marvel Comics nos cinemas. Um evento que tomou as telas em 2012 com o primeiro longa dos Vingadores.

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