Todos os posts de bloggallerya

Fanboyz and Fangirlz

Popping

O Popping é uma street dance originária dos funk styles californianos dos anos 60 e 70. Assim como o breakdance, o popping se tornou um símbolo da cultura hip hop. A técnica da dança é, basicamente, a rápida contração e relaxamento dos músculos do “popper”, causando um efeito visual em seu corpo.

Esse estilo de dança possui vários “sub estilos”, como o robot, o waving,  o snaking,  o tut, entre outros. O Popping requer um bom controle do corpo, mais precisamente dos movimentos com as pernas, os braços e o peito. Ao contrário do break (que alguns confundem com o popping) que se dança “on the floor”, o popping se dança de pé. Exceto em alguns casos em que o dançarino fica de joelhos, mas esses casos são raros.

As músicas normalmente usadas para acompanhar a dança são de hip hop, old ou new school, embora a música eletrônica atual tenha sido incorporada ao estilo. Rappers Dj’s como Afrika Bambaataa e Kurtis Blow também participaram da “inclusão” do estilo ao hip hop.

Um dos “poppers” mais conhecidos é Poppin’ Taco, professor e amigo de Michael Jackson. Taco ficou famoso ao aparecer em filmes de hip hop como Breakin’ e Breakin’ 2: Electric Boogaloos. Junto a ele, outros dançarinos de popping apareceram como Boogaloo Shrimp (quem mostrou o moonwalk a Michael Jackson), Suga Pop, Poppin’ Pete, Shabba Doo, Ana Lollipop Sanchez e o próprio Michael Jackson.

Eduardo Molinar

Capital Inicial: Nossa estrada é o Rock’n Roll

Eles não são de Brasília, mas a banda é brasiliense, afinal foi em Brasília que nasceu o Capital Inicial em 1982.

Fernando Ouro Preto; o Dinho (vocalista), Antônio Felipe Villar de Lemos; o Fê Lemos (baterista), Flávio Miguel Villar de Lemos; Flávio Lemos (baixista) e Oswaldo Yves Murad Passarell; o Yves Passarell (guitarrista), juntos formam uma das mais expressivas bandas de rock nacional. A banda ainda conta com os músicos Robledo Silva e Fabiano Carelli, teclado e guitarra, respectivamente.

Os irmãos Fê Lemos e Flávio Lemos, plantaram a semente, Dinho assumiu os vocais em 83 e em junho deste ano o Capital deu seus primeiros passos rumo ao espaço reservado aqueles que vivem pelo rock.

Brasília pegava fogo e o capital conquistava cada vez mais os palcos undergrounds do Brasil, o primeiro show foi feito na Universidade de Brasília em julho de 1983 na saída do vestibular. As influências e gostos dos roqueiros são bem diversificados no ramo do rock’n’roll, vão desde punk rock ao heavy metal. Nos últimos anos o som da banda tem como maior influência o rock britânico.

Outras bandas brasilienses, Legião Urbana e Plebe Rude fazem parte da história, de muitas histórias. “Brasília já foi mais do que um aglomerado de prédios, funcionários públicos e escândalos”.

Legião acabou Plebe também, Capital entrou em crise e cada um foi para um lado. Era a época do rock nacional em crise, mas a missão tinha que continuar e alguém tinha que sobreviver pra contar as histórias. E assim o Capital se reuniu novamente em 1998. Tudo recomeçou!

Atualmente, o Capital Inicial é percebido como uma expressão cultural para a galera de Brasília, sobreviveram. Além de contar com uma legião de fãs fervorosos Brasil afora. Entre músicas censuradas, sexo, drogas e muito rock, eles permanecem em cena, firmes e fortes agora sem censura e sem drogas.

Entre os maiores sucessos estão: Mais, O mundo, Independência, Primeiros Erros, Fogo, Natasha, Quatro Vezes Você, contando com Veraneio Vascaína, Música Urbana e Fátima herdadas do Aborto Elétrico (banda que originou Capital Inicial e Legião Urbana formada por Renato Russo e Flávio Lemos.)

O Capital Inicial tem 15 discos na bagagem, o último lançamento foi o Das Kapital de 2010, seu título é inspirado no famoso livro “O Capital”, de autoria do intelectual e revolucionário alemão Karl Marx. Como não posso deixar de citar, foi o primeiro álbum após a queda de 3 metros do palco do vocalista Dinho Ouro Preto, fato ocorrido em 31 de outubro de 2009 em Patos de Minas, Minas Gerais. Um grande susto para fãs e admiradores, amigos e familiares do cantor, mas felizmente foi só um susto. Particularmente acho o Das Kapital um dos melhores da banda e recomendo. O primeiro disco do Capital foi o vinil Descendo o rio Nilo/Leve Desespero, um compacto duplo. Assinaram contrato em 1984, e é aí que foram de Brasília a São Paulo, onde permanecem até hoje.

A estrada segue e a banda promete lançamento para este ano de 2012, provavelmente o cd será lançado entre julho e agosto. Agora só resta aguardar!

Curiosidades:

Yves Passarell se juntou ao grupo em 2002, assumindo a guitarra neste novo trecho da atual estrada do Capital. Antes do Capital, Yves fazia parte da banda de heavy metal, Viper.

O LP Capital Inicial rendeu à banda seu primeiro disco de ouro. O álbum trazia músicas como Música Urbana, Psicopata, Fátima, Veraneio Vascaína (faixa censurada). “Um rock limpo, vigoroso, dançante e, sobretudo competente, a quilômetros de distância da mesmice que assaltou a música pop brasileira nos últimos tempos”, foi o que escreveu em sua crítica o jornalista Mário Nery.

Em julho de 2008,o capital fechou mil shows, contando à partir de 1998.

Dinho já foi preso por usar pulseiras de tachas, alfinetes e bolsas sob a alegação destes acessórios serem armas em potencial.

As composições são produzidas por Alvin L. e Dinho há mais de vinte anos, uma vida!

Dinho acabou de lançar o Black Heart, um CD de versões de clássicos do rock, projeto paralelo ao Capital. Há versões de Elvis Presley, Prince, Pet Shop Boys, Muse, entre outras feras. Uma coisa é certa, Dinho tem um ótimo gosto musical, não há um retoque a ser feito no repertório de Black Heart. Fiel ao Capital, disco solo é “capricho”, afirma Dinho.

Deixo vocês com os videoclipes: Veraneio Vascaína, Que País É Esse, Fogo, Pet Sematary – cover do Ramones –  e o mais recente da banda, Como se sente.

Bianca Lumière

Tonight Tonight

Considerado o primeiro exemplar cinematográfico do gênero ficção científica, Viagem à Lua (Le Voyage dans la Lune) de 1902, é sem dúvida, o mais célebre dos filmes do visionário George Méliès.

De origem francesa, o filme de apenas oito minutos é inspirado na literatura de Júlio Verne e H.G. Wells e narra a história de um grupo de exploradores que faz de forma curiosa, uma viagem à lua (sendo atirados em uma cápsula por um canhão gigante). Lá eles são capturados pelos habitantes da lua e precisam arranjar uma maneira de retornar à Terra.


Antes de ser um dos primeiros a se aventurar pelo cinema, Méliès era um ilusionista. Sua especialidade eram mágicas e pirotecnias. A partir daí, ele teve a brilhante idéia de transportar esses “conhecimentos fantásticos” para o cinema. O cinema era para Méliès, um meio de exercitar seu talento como ilusionista.

Nada mais justo do que atribuir a Viagem à Lua o título de precursor do cinema sci-fi e dos efeitos especiais.

Tonight Tonight, um dos clipes mais cultuados dos Smashing Pumpkins e um dos melhores de todos os tempos, tem seu visual baseado no clássico de Méliès. O vídeo conta com cenários teatrais e manufaturados e efeitos especiais da época do filme, além de ter sido filmado com uma filmadora à manivela. O vídeo foi dirigido por Jonathan Dayton e Valerie Faris que, ao lado de Spike Jonze, Michel Gondry,  entre outros, elevaram o videoclipe a um novo patamar, revolucionando os conceitos e a estética, e imprimindo a sua marca na história de várias gerações pré-Youtube, que acompanhavam diariamente a MTV. A dupla, aliás, casal, assinou a direção de clipes de bandas como R.E.M., Jane’s Addiction, Oasis, Ramones, Weezer, Korn, Soundgarden e vários do Red Hot Chili Peppers. Sua estréia no cinema foi com o aclamado longa Pequena Miss Sunshine.

O clássico dos Smashing Pumpkins dirigido pela brilhante duplinha, é nada mais do que uma obra-prima baseada em outra obra prima. Bela combinação. Uma das bandas mais geniais dos anos 90 e uma das criaturas mais geniais da história do cinema.

Andrizy Bento

Festival de Cannes

A 65ª edição do Festival de Cannes, que ocorre na França de 16 a 27 de maio, teve divulgada na última quinta-feira, dia 19, a lista dos filmes que integram a seleção oficial e disputam a Palma de Ouro.

Na lista, estão os aguardados Cosmopolis, de David Cronenberg; Amour de Michael Haneke; Killing Them Softly, de Andrew Dominik; The Paperboy, de Lee Daniels; e On The Road, longa do cineasta brasileiro Walter Salles.  A abertura ficará por conta de Moonrise Kingdom, de Wes Anderson.

No cartaz oficial, um tributo a Marilyn Monroe.

Abaixo, você confere a lista completa.

Em competição:
Amour – Michael Haneke
The Angel’s Share – Ken Loach
Baad EL Mawkeaa – Yousry Nasrallah
Beyond The Hills – Cristian Mungiu
Cosmopolis – David Cronenberg
Holy Motors – Leos Carax
The Hunt – Thomas Vinterberg
In Another Country – Hong Sang-Soo
Im Nebels – Sergei Loznitsa
Killing Them Softly – Andrew Dominik
Lawless – John Hillcoat
Like Someone In Love – Abbas Kiarostami
Moonrise Kingdom – Wes Anderson
Mud – Jeff Nichols
Na Estrada – Walter Salles
Paradies: Liebe – Ulrich Seidl
The Paperboy – Lee Daniels
Post Tenebras Lux – Carlos Reygadas
Reality – Matteo Garrone
Rust & Bone – Jacques Audiard
Taste Of Money – Im Sang-Soo
Vous N’Avez Encoure Rien Vu – Alain Resnais

Mostra Um Certo Olhar:
Miss Lovely – Ashim Ahluwalia
La Playa – Juan Andres Arango
Les Chevaus De Dieu – Nabil Ayouch
Trois Mondes – Catheron Corsini
Antiviral – Brandon Cronenberg
7 Days In Havana – Benicio Del Toro, Laurent Cantet, Gaspar Noe
Le Grand Soir – Benoit Delepine & Gustave Kervern
Laurence Anyways – Xavier Dolan
Despues De Lucia – Michel Franco
Aimer A Perdre La Raison – Joachim Lafosse
Mystery – Lou Ye
Student – Darezhan Omirbayev
La Pirogue – Moussa Toure
Elefante Blanco – Pablo Trapero
Confession Of A Child Of The Century – Sylvie Verheyde
11.25: The Day He Chose His Own Fate – Koji Wakamatsu
Beasts Of The Southern Wild – Benh Zeitlin

Fora de competição
Une Journee Particuliere – Gilles Jacob and Samuel Faure
Madagascar 3: Os Procurados – Eric Darnell, Tom McGrath
Dracula 3D – Dario Argento
Io E Te – Bernardo Berolucci
Hemingway & Gellhorn – Philip Kaufman
Ai To Makoto – Takashi Miike

Exibições especiais:
Der Mull Im Garten Eden – Faith Akin
Mekong Hotel – Apichatpong Weerasethakul
Villegas – Gonzalo Tobal
A Música Segundo Tom Jobim – Nelson Pereira Do Santos
Journal De France – Claudine Nougaret & Raymond Depardon
Les Invisbles – Sebastien Lifshitz
The Central Park Five – Ken Burns, Sarah Burns, David McMahon
Roman Polanski: A Film Memoir – Laurent Bouzereau

Trailer de Cosmopolis, de David Cronenberg, filme que disputa a Palma de Ouro em Cannes:

Pelo trailer, Cronenberg resgatou mesmo o seu estilo visceral,  inconfundível e único.

 Andrizy Bento / Kevin Kelissy

Jogos Vorazes

Narrativas ambientadas em futuros distópicos sempre constituíram temas atraentes tanto para cineastas quanto para cinéfilos. Ter diferentes visões de como nossa sociedade pode parecer futuramente – autodestrutiva, tirana e decadente – nas telonas, é sempre interessante. Para muitos psicólogos e filósofos trata-se de uma espécie de mea-culpa, para outros tantos uma espécie de masoquismo.

Divagações à parte, é necessário bom senso estético para se obter sucesso artístico quando se trata de futuros apocalípticos no cinema. É o caso de Blade Runner, do qual eu falarei mais pra frente. Um filme que introduz uma atmosfera futurística não apenas palatável como digna de nota, na qual parece comum se imaginar vivendo dentro de alguns anos.

Apesar de uma ideia bastante interessante, no entanto, Jogos Vorazes não é tão bem-sucedido em sua visão de futuro distópico – artisticamente falando, que fique bem claro. A não ser que reconheçamos que o filme seja um tributo à estética de filmes B de quatro décadas atrás. E acho que é mesmo. Aí nem se pode dizer que foi uma falha.

Os tons cinzentos, opacos e esmaecidos do Distrito 12, onde vivem os protagonistas, contrastam com toda a atmosfera kitsch da Capital.  A impressão que se quer passar é de uma sociedade notoriamente hedonista e superficial, porém, se exagerou no tom para tornar bem explícito os contrastes. Então há um impasse de nunca ficar claro se é esta mesmo a impressão que quer se extrair do público, ou a direção de arte foi realmente um tanto quanto descuidada e equivocada. Esse, felizmente, é o único excesso. No que concerne aos efeitos especiais, por exemplo,  se não chegam a impressionar ou ter alguma ousadia, pelo menos são competentes e bem executados.

A América do Norte não existe mais. Em seu lugar há uma nação chamada Panem, composta por 12 Distritos e uma Capital. Todo ano, um garoto e uma garota de cada Distrito, com idade entre 12 e 18 anos, são selecionados para competir até à morte nos Jogos Vorazes. Os Jogos funcionam como uma espécie de lembrete que o poder está unica e exclusivamente concentrado na Capital, além de uma forma de punir anualmente o povo que um dia se revoltou contra os poderosos. Os filhos daqueles que um dia organizaram um levante contra a Capital é que pagam por esse erro do passado, participando de um massacre televisionado.

Mais brutal do que o Jogo em si, é a mentalidade não só dos idealizadores, mas dos habitantes da Capital que acompanham com afinco e assiduidade o entretenimento macabro que os jovens tributos protagonizam. Enquanto nos Distritos tudo é visto como sacrifício –  ninguém aplaude quando os nomes são sorteados, por exemplo – a Capital fica em polvorosa com os Jogos Vorazes.

A frieza e calculismo dos idealizadores dos Jogos ficam bem evidentes principalmente na cena em que  a protagonista tenta escapar de uma área em chamas da floresta, quando tratam o desespero da personagem apenas como mais um mecanismo para a condução do entretenimento. Isso também é um grande trunfo do filme sobre o livro, que era narrado em primeira pessoa. No filme, temos um melhor acesso a todos os outros personagens, à manipulação dos tributos na arena e à forma como se conduz o jogo, sem ficarmos presos unicamente à visão de Katniss Everdeen.

O elemento propulsor da movimentação dos personagens no universo de Jogos Vorazes, portanto, é a luta pela sobrevivência. Jogos Vorazes é um Battle Royale mais jovem e menos brutal e sangrento. Mais focado na dinâmica entre os personagens, nos vínculos afetivos e na questão do heroísmo e da justiça, virtudes e valores. O que, de fato, sempre foi a espinha dorsal da narrativa de Collins. A crítica social é sugerida, não totalmente explorada, nem o roteiro gira em torno disso. Esta se torna mais afiada apenas no segundo volume da série.

A direção de Gary Ross é segura. O cineasta conseguiu encontrar saídas e soluções cinematográficas que contornassem o problema de não se poder mostrar tanta violência e sangue em um filme com classificação indicativa relativamente baixa. Há bons cortes, enquadramentos, ângulos e movimentos de câmera que ajudam a passar a ideia de massacre e aniquilação sem precisar se apoiar em violência gráfica extrema. Contudo, para quem leu o livro, é inevitável ficar salivando por um pouco mais de confronto sangrento entre os jovens na arena.

Mas Ross mostra, com efeito, sua eficiência na condução da narrativa, equilibrando bem momentos de tensão e  leveza. Injetando sutil e organicamente algum humor na trama, além de mostrar competência na composição dos quadros. Sua câmera vertiginosa e trepidante é  utilizada de maneira inteligente, como quando Katniss sobe ao palco depois de se voluntariar como tributo, indicando a confusão da protagonista, e no momento em que a heroína é picada por teleguiadas, o que rende uma passagem até psicodélica. O retrato da arena é bem cruel, como era de se imaginar, apesar de pouco sangrento. A supressão do som é um achado em algumas das cenas mais violentas como na seqüência da Cornucópia que abre os Jogos – muito bem executada.

Como adaptação do best-seller de Suzane Collins, o filme é extremamente bem-sucedido. As seqüências que os leitores tanto queriam ver na tela, não decepcionam, algumas são marcantes, densas e cativam a atenção do espectador sem precisar apelar para excessos. E como entretenimento, o filme funciona absurdamente bem, independente do livro, e é capaz de atrair facilmente mesmo quem nunca teve contato com a os livros de Collins. O filme vai em um crescendo dramático que culmina em um clímax que não desaponta. O roteiro é bem amarrado, sem aquela pressa típica de querer mostrar tudo de uma vez em se tratando de um primeiro filme de uma franquia cinematográfica.

Jogos Vorazes tem bom ritmo, seqüências de ação bem coreografadas, boas linhas de diálogo e, claro, conta com um bom desempenho de seu elenco, especialmente da ótima Jennifer Lawrence que defende sua personagem Katniss com veemência, uma heroína trágica, corajosa e carismática. Josh Hutcherson confere o grau de ingenuidade exata ao seu Peeta. Woody Harrelson é outro destaque, não caindo no lugar-comum do bêbado caricato com seu Haymitch. Todos os jovens atores defendem seus papéis com garra. E, ironicamente, o experiente Donald Sutherland aparece no piloto automático como o Presidente Snow.

Já a trilha sonora não peca pelo excesso de dramaticidade. É funcional, contudo, bem pouco memorável.

O primeiro capítulo da franquia cumpre bem seu papel nas telonas e dá uma boa ideia do universo que está tomando de assalto os cinemas, conquistando os cinéfilos e ainda promete fazer muito barulho durante os próximos anos. É uma ótima introdução do universo de Jogos Vorazes para as telonas e mostra que a série ainda tem um grande potencial a ser explorado nos filmes subsequentes.

Um tratamento melhor da trilha sonora e um olhar mais atento à direção de arte tornariam tudo excelente. Mas que venha Em Chamas com essas devidas melhorias.

Felizmente, é um filme com mais virtudes do que deméritos, que merece ser visto por fãs do romance de Suzanne Collins e pelo público em geral em busca de um entretenimento de qualidade, dinâmico e inteligente.

Andrizy Bento