Thor: Ragnarok

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Dirigido pelo neozelandês Taika Waititi, que se caracteriza pelo humor ácido, sarcástico e autodepreciativo que imprime em seus longas, Thor: Ragnarok, assume sua condição desde a cena inicial. O longa, que é o 17º título a integrar o MCU, muda ligeiramente o tom da franquia instituído até então, mas de maneira bem-vinda. Curiosamente, é o filme que melhor explora o potencial e a mitologia do personagem. Seus predecessores – o mediano Thor de 2011 e o divertido, porém, imemorável Thor: O Mundo Sombrio de 2013 – tiveram, ao menos, o trunfo de estabelecer uma mitologia sólida, embasando o desenvolvimento do universo de Thor no cinema. Asgard, por exemplo, já surge na tela como uma velha conhecida e isso traz um efeito positivo, pois faz com que o espectador receie por seu destino. Continuar lendo Thor: Ragnarok