Jogos Vorazes: A Esperança – O Final

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O maior mérito da trilogia literária Jogos Vorazes de Suzanne Collins é que a linguagem é bem direta e o ritmo, envolvente. Não há espaço para floreios, divagações eloquentes da protagonista e mesmo contando com um grande número de personagens, jamais se prende a subplots dispensáveis. Todos os personagens têm seu momento, claro. Mas sempre dentro da proposta da narrativa, movidos pela luta, que é uma só, e que os une como parte de um mesmo todo, por mais divergentes que sejam suas motivações pessoais. O que infelizmente faltou na adaptação cinematográfica da saga distópica – e que é mais visível neste último filme – é esse senso de propósito, esse ritmo ditado pela tensão constante, a dispensa das pausas para respiro exatamente para não comprometer a história.

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